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Brasileiro procura irmã apenas com dedicatória que ganhou há 35 anos

O presente foi entregue em 1985, sendo a única referência para a busca desde então

Wallacy Ferrari, sob supervisão de Thiago Lincolins Publicado em 13/12/2021, às 10h04

Foto e carta deixada pela irmã
Foto e carta deixada pela irmã - Divulgação / Natalício Firmino

Em 1985, Célia Cris Martins Firmino e o irmão Natalício se encontraram, pela primeira e, até então, única vez; na ocasião, estavam na Paróquia Santo Antônio, em Santos, litoral paulista, sendo apresentados como meio-irmãos e interagindo rapidamente, antes dela ser levada pela mãe. Para o jovem, deixou apenas uma foto acompanhada de uma dedicatória.

Desde então, o rapaz, que hoje vive em Praia Grande e é servidor público, usa a fotografia e o manuscrito como única referência para procurar a parente, sem sucesso. A única notícia que soube ocorreu em 2001, quando um tio distante afirmou que conhecia Célia e que ela havia se mudado para Brasília.

Mesmo com o nome completo, as buscas em listas telefônicas, redes sociais e cadastros públicos não alcançaram o êxito nos últimos 35 anos, como ele explicou ao portal G1: “Achei alguns nomes parecidos na região de Brasília, mas nenhuma batia com a história. Sigo procurando. Estou na esperança de que, se ela estiver viva, eu consiga encontrá-la".

De acordo com o rapaz, a dificuldade de busca o fez cogitar até mesmo o desaparecimento da irmã. Contudo, ele enaltece que, devido a se tratar de um filho fruto de um relacionamento anterior à união que deu se nascimento, a família de seu pai não era tão próxima da mãe de Célia.