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Caso Ingrid Bueno: Laudo revela que investigado pelo assassinato não tem doenças mentais

O crime aconteceu em fevereiro; Guilherme Alves Costa, de 18 anos, poderá ir a júri popular

Redação Publicado em 10/09/2021, às 14h20

Montagem com fotografia de Guilherme Alves Costa e Ingrid Oliveira Bueno da Silva
Montagem com fotografia de Guilherme Alves Costa e Ingrid Oliveira Bueno da Silva - Divulgação/G1

De acordo com informações publicadas nesta sexta-feira, 10, pelo portal de notícias G1, foi divulgado hoje o resultado de um laudo realizado por peritos médicos, com objetivo de analisar o estado de saúde mental de Guilherme Alves Costa, de 18 anos.

O estudante confessou ter matado a da jogadora profissional do game Call of Duty, Ingrid Oliveira Bueno da Silva, de 19 anos, em 22 de fevereiro deste ano, na residência de Guilherme, localizada em Pirituba, na Zona Norte de São Paulo.

Na ocasião, Ingrid foi até a casa do estudante, que cometeu o assassinato brutal, com facadas e golpes de espada, como revelou a perícia na época. Após o crime, o jovem publicou um vídeo nas redes. Na filmagem, além de confessar o crime, ele ainda mostrou o corpo de Bueno sem vida. Desde então, Alves está preso.

A defesa do estudante havia pedido em abril deste ano um exame de insanidade mental que comprovasse a teoria dos advogados, que alegam que Guilherme sofre de "esquizofrenia e distúrbios de psicopatia".

Entretanto, o laudo concluiu que o réu não possuía nenhuma doença ou perturbação mental quando tirou a vida de Ingrid. O resultado do teste considerou o estudante “imputável”, ou seja, agora ele irá responder criminalmente por seus atos e poderá ser levado a júri popular.