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Notícias / Ucrânia

Cerca de “50 ocupantes russos” foram mortos pelo Exército ucraniano

Além disso, de acordo com o Estado-Maior do Exército da Ucrânia, tanques de guerra e um avião russo também foram abatidos

Fabio Previdelli Publicado em 24/02/2022, às 11h02 - Atualizado às 11h22

Voluntários civis ucranianos em treinamento do Exército da Ucrânia - Getty Images
Voluntários civis ucranianos em treinamento do Exército da Ucrânia - Getty Images

Horas após as tropas russas invadirem a Ucrânia, no que o presidente da Rússia Vladimir Putin definiu como uma “operação militar especial”, o Exército ucraniano afirmou, na manhã de hoje, 24, que matou cerca de “50 ocupantes russos” que estavam na região leste do país, no Oblast de Lugansk. 

Em 24 de fevereiro, cerca de 50 ocupantes russos foram liquidados perto da cidade de Shchastia, no leste da Ucrânia”, afirmou, em nota, o Estado-Maior do Exército ucraniano. 

Além do mais, segundo as forças armadas da Ucrânia, quatro tanques que pertenciam a ocupantes russos foram interceptados e queimados em uma estrada de desvio de Kharkiv. "Além disso, outro avião das forças armadas da Federação Russa foi destruído na região de Kramatorsk. Este é o sexto", completa o comunicado. 

Conforme explica matéria do UOL, os agentes ucranianos denominam como “ocupantes russo” todos os soldados da Rússia e também os combatentes separatistas pró-Rússia que se situam ao leste do país.

Invasão na Ucrânia

Após semanas de tensão entre a Rússia e a Ucrânia, o presidente russo Vladimir Putin iniciou o que chamou de 'operação militar especial' da Rússia na Ucrânia, como repercutiu a Fox News nesta quinta-feira, 24. 

De acordo com o veículo internacional, através de um pronunciamento, o presidente da Rússia disse que o confronto com as forças ucranianas é 'inevitável'. 

Tomei a decisão de conduzir uma operação militar especial. Nossa análise concluiu que nosso confronto com essas forças (ucranianas) é inevitável". 

'Consequências'

Putin, que descreve a ação como uma resposta a supostas 'ameaças da Ucrânia', mandou recado para nações que tentarem intervir na 'operação'.

"(...) Algumas palavras para aqueles que seriam tentados a intervir: a Rússia responderá imediatamente e você terá consequências que nunca teve antes em sua história", disse ele.

Segundo levantamento preliminar da Polícia Nacional e o Serviço de Guarda de Fronteiras da Ucrânia, até o momento, ao menos 63 pessoas morreram, entre civis e militares, após a invasão. Além do mais, ao menos 20 militares foram feridos nas cidades Nikolaev, Berdyansk, Skadovsk, Myrhorod e Odessa.