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Notícias / Curiosidades

Champanhe de R$ 3 mil batizado com ecstasy mata homem na Alemanha

O homem faleceu após ingerir o líquido enquanto comemorava a participação de um amigo em um programa de namoro da TV alemã

Isabela Barreiros Publicado em 17/02/2022, às 09h33

Imagem ilustrativa de bebida - Divulgação/Pixabay/jeanborges
Imagem ilustrativa de bebida - Divulgação/Pixabay/jeanborges

Depois de ingerirem um champagne da marca Moët & Chandon, cuja garrafa custa 430 libras, cerca de R$ 3 mil, um homem morreu e oito pessoas tiveram que ser hospitalizadas em Weiden, na Alemanha. A bebida havia sido batizada com ecstasy.

Identificado como Harald Georg Z, o homem estava no restaurante La Vita com oito amigos para comemorar o fato de que um deles havia aparecido como participante no programa de namoro na TV Take Me Out.

Saindo para beber, o grupo decidiu pedir o champagne, mas assim que começaram a consumi-lo, apresentaram sintomas extremos de envenenamento. Segundo o site de notícias alemão Bild, alguns deles foram "convulsões e espuma na boca".

O caso ocorreu na noite de domingo, 13, quando Georg Z foi internado no hospital e morreu pouco após dar entrada no atendimento médico. Testemunhas relatam que ele tomou "um grande gole de champanhe" e "desmaiou enquanto espumava pela boca”.

Os resultados das análises toxicológica e química feitos após a morte da vítima ainda não foram divulgados, mas, segundo o promotor sênior Gerd Schaefer, foi encontrada uma "concentração considerável" de ecstasy no champanhe a partir de testes toxicológicos na garrafa.

Investigações serão feitas para que se apure como a droga entrou no recipiente. O que se sabe até agora é que, de acordo com relatórios policiais, a garrafa de três litros contava com mil vezes a dose "normal" de ecstasy.

A garrafa foi aberta na mesa, na frente do grupo de amigos, que tem entre 33 e 52 anos e desarrolhada no mesmo local, como relatou um gerente do restaurante ao jornal local. Ele afirmou que “isso também foi filmado”.

As pessoas envolvidas no caso já foram interrogadas pela polícia, incluindo uma vítima hospitalizada que foi enviada para casa na última segunda-feira, 14. Segundo as autoridades, eles foram encontrados deitados no chão no restaurante logo após ingerirem a bebida.

O promotor está tratando o caso como um homicídio por negligência por enquanto, sendo esta a principal suspeita. Ele não acredita que a morte e hospitalizações tenham sido em decorrência de um ataque direcionado de envenenamento.