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Chichén Itzá é 400 anos mais antiga do que se pensava

Novo estudo sugere que a antiga cidade maia foi fundada em um período anterior ao que pesquisadores acreditavam

Isabela Barreiros Publicado em 19/12/2019, às 06h00

Chichén Itza, o maior sítio pré-colombiano do México
Chichén Itza, o maior sítio pré-colombiano do México - Getty Images

A famosa cidade maia de Chichén Itzá, um complexo de ruínas pré-hispânicas na Península de Iucatão, no México, é 400 anos mais antiga do que pesquisadores anteriormente acreditavam. A data da fundação do Patrimônio Mundial da UNESCO está sendo refutada por um novo estudo do projeto Great Maya Aquifer (GAM).

De acordo com o arqueólogo Guillermo de Anda, ela não foi criada em 525 d.C., mas, na verdade, cerca do ano 100, reescrevendo a História do México a partir desses novos dados. Ele faz parte da organização que explora a Península de Iucatão.

Os pesquisadores chegaram a essa conclusão a partir de recentes análises de restos de carbono encontrados na caverna de Balamkanché, encontrados na década de 1950 embaixo do sítio arqueológico em questão. Os artefatos materiais foram responsáveis por determinar a real idade da Chichén Itzá.