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Clássico do pensador Xenofonte chega às livrarias brasileiras

'Ciropédia' apresenta importantes ensinamentos que influenciaram a cultura ocidental

Victória Gearini | @victoriagearini Publicado em 31/08/2021, às 17h48

Xenofonte, o pensador antigo
Xenofonte, o pensador antigo - Domínio Público, via Wikimedia Commons

Nascido em uma família aristocrática da Grécia Antiga, Xenofonte (c. 430 – 350 a.C.) foi um discípulo de Sócrates, que influenciou a cultura ocidental. Em 401 a. C., ele atuou como mercenário no exército grego de Ciro. Além disso lutou contra os persas.

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Ciropédia, de Xenofonte (2021) / Crédito: Divulgação / Editora Fósforo

Sua contribuição para a filosofia é inestimável. O pensador escreveu importantes diálogos socráticos. Suas obras abordam temáticas centrais, como história, educação e teoria política. 

Em 'Ciropédia', o filósofo apresenta lições de liderança. Seu texto serviu, ainda, de inspiração para filósofos iluministas como Rousseaue Montaigne. Já Maquiavel se baseou nos escritos de Xenofonte para a elaboração do clássico 'O príncipe'.

Considerada uma leitura fundamental para empresários, este livro apresenta uma análise minuciosa sobre a liderança. Além disso, influenciou diretamente a cultura ocidental.

“(...) nunca há liderança sem alguma aceitação, admiração e, por isso, obediência. Essa já é uma boa razão para lermos este livro, prestando atenção no que mudou — ou não — 2 600 anos depois da educação de Ciro”, escreveu Renato Janine Ribeiro no texto de orelha.

Disponível em pré-venda na Amazon, em edição física, 'Ciropédia' acaba de chegar às livrarias brasileiras pela Editora Fósforo. A obra conta, ainda, com a ilustre tradução de Lucia Sano.

Confira abaixo um trecho da obra: 

Os homens obedecem com prazer àquele que consideram ser mais prudente do que eles com relação aos seus próprios interesses. Você pode perceber que isso acontece em muitas situações, sobretudo com os doentes, que chamam por vontade própria homens que ditarão o que devem fazer; no mar, são os passageiros que obedecem de forma voluntária aos capitães, e, se alguém julga que há quem conheça os caminhos melhor do que si, esforça-se para não sair do lado dessa pessoa. Já se julgarem que virão a sofrer algum mal ao serem obedientes, os homens não estarão muito propensos a ceder, mesmo diante de castigos, nem se excitarão com presentes, pois nem um presente alguém se dispõe a receber caso seja para o seu próprio mal.


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