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Notícias / Emirates

Com rombo na fuselagem, avião da Emirates voa quase 14 horas

O susto envolvendo avião da Emirates aconteceu na última sexta-feira, 1° de julho

Redação Publicado em 05/07/2022, às 17h04

Avião voa com buraco na carcaça durante quase 14 horas - Divulgação / Redes sociais / @JacdecNew
Avião voa com buraco na carcaça durante quase 14 horas - Divulgação / Redes sociais / @JacdecNew

Na última sexta-feira, 1° de julho, um voo inusitado acabou dando um belo susto não somente nos passageiros, mas em toda a equipe responsável pela aviação. O Airbus A380-842, da empresa Emirates, decolou de Dubai (Emirados Árabes Unidos) com destino a Brisbane (Austrália), mas algo peculiar foi percebido.

Por quase 14 horas, o avião voou com um rombo na lateral da fuselagem, e isso só foi percebido depois que passageiros relataram ter ouvido um estrondo logo no início da partida. Pouco tempo depois da decolagem, quando o avião ainda estava sobre o oceano e o barulho foi ouvido, a tripulação decidiu manter o plano de voo.

O voo aconteceu de forma natural, sem ninguém ter noção da extensão do dano, e pousou com segurança na cidade australiana cerca de 13 horas e meia depois. Quando estavam mais perto do aeroporto de Queensland, o Controle de Tráfego Aéreo foi contatado pela tripulação que pediam que os serviços de emergência ficassem de prontidão, pois a suspeita era de que um pneu havia estourado na decolagem, segundo o “Aviation Herald”.

Perigo nas alturas

Quando conferiram os pneus, eles estavam intactos. Os serviços de emergência ficaram abismados ao descobrirem um rombo na carenagem do lado esquerdo do avião, que é adicionada à fuselagem por razões aerodinâmicas. Um parafuso solto no nariz da aeronave também foi descoberto por uma equipe de especialistas, segundo o Extra.

Um passageiro relatou ao Courier Mail como foi o comportamento da tripulação durante o ocorrido: "A tripulação permaneceu calma, parou o serviço de bordo, pegou o telefone e verificou as asas e os motores". Os danos encontrados fizeram com que o avião não pudesse realizar o voo de volta.