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Considerado culpado pelo assassinato de George Floyd, Derek Chauvin pede novo julgamento

O veredicto do corpo de jurados foi divulgado há cerca de duas semanas

Fabio Previdelli Publicado em 05/05/2021, às 10h02

O ex-policial Derek Chauvin
O ex-policial Derek Chauvin - Divulgação/The Minessota Department of Corrections

Duas semanas depois de ser considerado culpado pelo assassinato de George Floyd, Derek Chauvin, ex-policial de Mineápolis, pediu para que um novo julgamento seja realizado, conforme registrou o tribunal pelo qual ele foi sentenciado. As informações são da Reuters e foram repercutidas pelo UOL. 

O advogado de Derek, Eric Nelson, apresentou uma série de moções ao juiz distrital Peter Cahill, dizendo que Chauvin foi privado de um julgamento justo. Cahill ainda alegou que houve improbidade por parte da promotoria e do corpo de jurados, erros jurídicos e que o veredicto era contrário à lei. 

No último dia 20 de abril, Derek Chauvin, de 45 anos, foi considerado culpado pelo corpo de 12 jurados que estiveram presentes em cerca de três semanas de depoimentos. Ao todo, 45 testemunhas prestaram seu parecer sobre o caso, o que inclui desde transeuntes até policiais e especialistas médicos. No fim, Chauvin foi considerado culpado nas três acusações que enfrentou.  

Relembre o caso

Rodeado de protestos, a morte do homem identificado como George Floyd, 40, causa uma imensa discussão nos Estados Unidos após a violenta ação policial gravada por Darnella Frazier. Nas imagens, registradas em 25 de maio (2020), um policial branco identificado como Derek Chauvin se ajoelha sobre o pescoço do homem negro por pelo menos sete minutos. 

George, deitado, repete diversas vezes que não conseguia respirar, sem receber ajuda do policial. Além de rasgar as roupas do homem e imobilizá-lo de bruços próximo ao meio fio de uma calçada, diversas testemunhas pedem para que o policial retire o joelho de seu pescoço, sem sucesso. 

É possível notar que o nariz do profissional sangra durante a ação até Floyd implorar pela vida: "Não me mate", diz George

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