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Coronavac: Mãe de Bolsonaro recebe segunda dose da vacina contra o coronavírus

João Dória, Governador de São Paulo, comemorou a novidade: 'A senhora deu um exemplo de amor à vida'

Ingredi Brunato, sob supervisão de Thiago Lincolins Publicado em 08/03/2021, às 16h53

Fotografia de mãe de Bolsonaro recebendo segunda dose
Fotografia de mãe de Bolsonaro recebendo segunda dose - Divulgação

Nesta manhã de segunda-feira, 8, a mãe do presidente, Olinda Bunturi Bolsonaro, recebeu a segunda dose da Coronavac, o imunizante contra o coronavírus que foi produzido pelo Instituto Butantan em parceria com o laboratório chinês Sinovac. A informação foi divulgada pelo UOL.

Na época que a idosa recebeu a primeira dose, Bolsonaro afirmou que havia sido o imunizante produzido pela Oxford, todavia, após o vazamento do número do comprovante da carteira de vacinação da mãe dele foi possível identificar que o registro correspondia a um lote de Coronavac. 

Em uma coletiva de imprensa realizada também nesta segunda, o governador de São Paulo,João Doria, comentou o ocorrido: "Quero registrar minha alegria com a notícia que Olinda Bolsonaro, 94 anos, acaba de receber a segunda dose da vacina do Butantan, a CoronaVac, em Eldorado. A senhora está salva com a vacina do Butantan. A senhora deu um exemplo de amor à vida", afirmou o político, segundo repercutido pelo UOL. 

A mãe do presidente recebeu os profissionais que a vacinaram em sua casa, que fica na cidade paulistana de Eldorado. De acordo com eles, a idosa não demonstrou ter medo de se vacinar.

Coronavírus no Brasil e no Mundo

De acordo com as últimas informações divulgadas pelos órgãos de saúde, atualmente, o Brasil registra 11.019.344 de pessoas infectadas, e as mortes em decorrência da doença já chegam em 265.411 no país. 

Em 1º de dezembro de 2019, o primeiro paciente apresentava sintomas do novo coronavírus em Wuhan, epicentro da doença na China, apontou um estudo publicado na revista científica The Lancet em fevereiro deste ano. 

De lá pra cá, a doença já infectou 116.849.611 milhões de pessoas ao redor do mundo, totalizando mais de 2,5 milhões de mortes, sendo mais de 265 mil delas apenas no Brasil.