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Da estação espacial, astronauta tira fotografia do vulcão em erupção nas Canárias

O francês Thomas Pesquet compartilhou o registro em seu perfil no Twitter

Redação Publicado em 23/09/2021, às 09h37

Imagem do vulcão
Imagem do vulcão - Divulgação / Twitter / Thomas Pesquet

O astronauta francês Thomas Pesquet realizou um registro impressionante do vulcão de Cumbre Vieja, nas Ilhas Canárias, diretamente da Estação Espacial Internacional.

Ele, que está em meio a uma missão promovida pela agência europeia na ISS (Estação Espacial Internacional), compartilhou a fotografia na última quarta-feira, 22, em seu perfil no Twitter.

O astronauta francês Thomas Pesquet realizou um um registro impressionante do vulcão de Cumbre Vieja, nas Ilhas Canárias, diretamente da Estação Espacial Internacional.

Ele, que está em meio a uma missão promovida pela agência europeia na ISS (Estação Espacial Internacional), compartilhou a fotografia na última quarta-feira, 22, em seu perfil no Twitter.

"O vulcão de La Palma em erupção. O resplendor alaranjado da lava contrasta com a escuridão do Oceano Atlântico e deixa tudo mais impressionante. O brilho da lava parece perto demais das luzes da cidade", escreveu Pesquet.

Rastros da erupção...

Apesar da lava estar avançando em velocidade mais lenta do que o esperado, a 120 metros por hora, um grande estrago já pôde ser observado nas regiões próximas ao vulcão. Quase 200 casas acabaram sendo destruídas, além de que mais de 6 mil pessoas tiveram de deixar a cidade.

Uma grande preocupação dos especialistas é o que poderá ocorrer quando grandes quantidades de lava atingirem o oceano.

A questão, segundo eles, é que ao entrar em contato com a água salgada, haverá a liberação de gases tóxicos, além de que explosões ocorrerão. Por esse motivo, autoridades têm alertado a população a não se aproximar do local.

"O vulcão de La Palma em erupção. O resplendor alaranjado da lava contrasta com a escuridão do Oceano Atlântico e deixa tudo mais impressionante. O brilho da lava parece perto demais das luzes da cidade", escreveu Pesquet.

Rastros da erupção...

Apesar da lava estar avançando em velocidade mais lenta do que o esperado, a 120 metros por hora, um grande estrago já pôde ser observado nas regiões próximas ao vulcão. Quase 200 casas acabaram sendo destruídas, além de que mais de 6 mil pessoas tiveram de deixar a cidade.

Uma grande preocupação dos especialistas é o que poderá ocorrer quando grandes quantidades de lava atingirem o oceano.

A questão, segundo eles, é que ao entrar em contato com a água salgada, haverá liberação de gases tóxicos, além de que explosões ocorrerão. Por esse motivo, autoridades têm alertado a população a não se aproximar do local.