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Notícias / Dia D

Dia D: Em discurso, Biden compara ameaça de Hitler com ações de Putin

Em celebração dos 80 anos do Dia D. Joe Biden fez discurso efusivo atacando Vladimir Putin: "As forças das trevas nunca desaparecem"

Fabio Previdelli

por Fabio Previdelli

fprevidelli_colab@caras.com.br

Publicado em 06/06/2024, às 13h52

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O presidente Joe Biden em discurso sobre o Dia D - Getty Images
O presidente Joe Biden em discurso sobre o Dia D - Getty Images

Nesta quinta-feira, 6, o presidente norte-americano Joe Biden discursou na celebração dos 80 anos do Dia D — como a Invasão da Normandia, um dos episódios mais célebres da Segunda Guerra, também é conhecida. Em 6 de junho de 1944, os Aliados começaram a libertação da França, que sofria na garra dos nazistas

+ Há 80 anos, acontecia o Dia D: Do planejamento a construção do mito

Nas suas falas, repercute a Folha de São Paulo, Biden aproveitou para comparar a ameaça de Adolf Hitler com as recentes ações do presidente russo Vladimir Putin, que invadiu a Ucrânia em meados de fevereiro de 2022.

"As forças das trevas nunca desaparecem. A Ucrânia foi invadida por um tirano e nunca se rendeu", disse o presidente do país que criou a OTAN em 1949 — organização que visa proteger a Europa Ocidental da então União Soviética (hoje Rússia), que foi o principal aliado norte-americano na Segunda Guerra. 

Discurso pesado

Ainda conforme a Folha, Biden também se juntou a diversos chefes de Estado em um evento internacional que marca os 80 anos do Dia D; onde o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky também esteve presente. 

Hitler pensava que as democracias eram frágeis, que o futuro era dos ditadores", continuou em seu discurso. "Não se engane: nós não iremos nos curvar, não podemos nos render aos valentões, isso é simplesmente impensável. Se o fizermos, a liberdade será subjugada, toda a Europa estará ameaçada".

"Nós devemos nos perguntar: iremos novamente nos levantar contra o mal, contra a brutalidade esmagadora? Vamos nos unir pela liberdade, defender a democracia? Vamos nos unir? Minha resposta é sim, e só pode ser sim", prosseguiu. "Nós não vamos nos afastar [do apoio a Kiev]. Se o fizermos, [Putin] não vai parar ali. Autocratas no mundo todo estão olhando atentamente".