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Dois homens são detidos após vandalizar arte rupestre do século 17 nos Estados Unidos

Ambos se identificavam por via de apelidos, mas foram pegos em flagrante enquanto pichavam outro local e tiveram a assinatura identificada

Wallacy Ferrari Publicado em 12/03/2020, às 10h30

A pedra continha artes rupestres antes de serem pichadas pela dupla
A pedra continha artes rupestres antes de serem pichadas pela dupla - Divulgação/ TripAdvisor

Após se filmarem pichando e vandalizando diversos locais, em setembro de 2019, os amigos Daniel Plata e Jonatha Pavon foram identificados pela polícia de Nevada, no oeste dos Estados Unidos. Identificados como “Velour” e “Cluer” em suas tags, ou seja, suas assinaturas nas pichações, foram pegos em flagrante durante um ato, completamente sujos de tinta.

Os rapazes, ambos com 25 anos de idade, estavam sendo procurados após atribuir suas tags em pichações sobre uma formação rochosa que apresentava gravuras rupestres, considerada monumento histórico nacional. Acredita-se que os petróglifos tenham sido descobertos durante o século 17.

Pavon foi o vigia de Plata durante a pichação, mas foram identificados e acusados de destruição de propriedade do governo e danos não autorizados ou alteração ou desfiguração de recursos arqueológicos.

A pedra fica no sítio White River Narrows, um dos principais locais de arte ruprestre pré-histórica no país. As autoridades do Departamento de Justiça dos Estados Unidos ainda não sabem o que podem fazer para recuperar os petróglifos sem danificar o patrimônio cultural presente na pedra esculpida.