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Homem que matou esposa a facadas para "salvá-la do coronavírus" é condenado

A defesa de Adam Roth alegou que o homem sofria de problemas mentais

Ingredi Brunato Publicado em 16/12/2020, às 16h00

Fotografia de Adam Roth
Fotografia de Adam Roth - Divulgação/ Departamento do Xerife do Condado de Waukesha

Na última segunda-feira, 14, no estado norte-americano de Wisconsin, um homem de 36 anos acusado de esfaquear sua mulher, assim como a mãe e as duas irmãs dela, causando a morte de duas das mulheres foi condenado nos EUA. Segundo o próprio, o motivo da ação seria porque “o coronavírus estava chegando e ele tinha que salvá-las”, segundo divulgou o UOL

Adam Roth estava no meio de uma refeição em família quando começou a cometer o ato de violência contra a esposa Dominique. Suas duas irmãs, Desiree e Deidre, assim como a mãe Gilane Popanda tentaram impedir o homem estadunidense, porém acabaram se tornando o alvo seguinte dos ataques.

Tanto Dominique quanto Deidre acabaram falecendo mais tarde por conta de seus ferimentos graves. 

Em tribunal, o homem se declarou culpado, com sua defesa alegando problemas mentais, e foi sentenciado a 60 anos de internação em uma instituição psiquiátrica. A pena foi preferida em relação à liberdade condicional. 

De acordo com a Fox News, o subprocurador Ted Szczupakiewicz teria argumentado contra o regime prisional semiaberto, dizendo que: "Há evidências claras e convincentes de que se Roth fosse libertado condicionalmente, ele representaria um risco significativo [para a sociedade]. E isso não é um risco, neste ponto, que qualquer um esperaria que o tribunal assumisse."