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Eduardo Bolsonaro afirma que o comunismo matou mais pessoas que o nazismo

De acordo com o deputado do PSL, através de sua conta oficial no Twitter, regimes comunistas mataram mais de 100 milhões de pessoas, o que seria "(...) Mais do que todas as doenças e desastres naturais registrados pelo homem somados”

Redação Publicado em 18/01/2020, às 13h28

Eduardo Bolsonaro, deputado do PSL-SP
Eduardo Bolsonaro, deputado do PSL-SP - Wikimedia Commons

No mesmo dia que marcou a demissão de Roberto Alvim, antigo Secretário Especial da Cultura, — após a publicação de um vídeo oficial do governo onde parafraseava um discurso do nazista Joseph Goebbels — Eduardo Bolsonaro, deputado federal (PSL), publicou em sua conta oficial no Twitter que os horrores causados pelos governos comunistas e socialistas são piores que as atrocidades cometidas pela Alemanha Nazista liderada por Adolf Hitler.

"O Brasil corretamente abomina o nazismo, um nefasto sistema que criou uma máquina que assassinou 6 milhões de judeus e jogou o mundo na Segunda Guerra Mundial. Mas muito mais assassino foi e é o comunismo/socialismo, que vive trocando de nome e se reinventando, porém segue matando por onde passa”, afirmou Eduardo na noite de ontem, 17. 

De acordo com o deputado, os tiranos comunistas Josef Stalin, Fidel Castro, Mao Zedong, Pol Pot e Hugo Chávez foram responsáveis pela morte de mais de 100 milhões de civis. “Isto é mais do que todas as doenças e desastres naturais registrados pelo homem somados”, comentou Eduardo.

Continuação dos tweets de Eduardo Bolsonaro / Crédito: Divulgação/Twitter

 

Além disso, ele aproveitou a oportunidade para relembrar que só apologia ao nazismo é considerada crime em solo brasileiro. "No mínimo devemos debater a proibição do comunismo, fato que já consumado na Polônia, Indonésia e outros países, principalmente os que se libertaram dos mandos da ex-União Soviética".

Eduardo Bolsonaro, que defendeu a volta do AI-5 no ano passado, é autor de um projeto de lei que visa criminalizar a apologia ao comunismo no Brasil. Todavia, não teve avanços na câmara desde 2016.