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Egípcio diz que esperava eliminar celular engolido de ‘forma natural’, mas precisa passar por cirurgia

Homem engoliu o aparelho há seis meses e teve que ser operado recentemente; veja foto do raio-X

Isabela Barreiros Publicado em 25/10/2021, às 13h57

Celular retirado do estômago do egípcio
Celular retirado do estômago do egípcio - Divulgação/Hospital Universitário de Aswan

Um caso peculiar surpreendeu especialistas do Hospital Universitário de Aswan, na província egípcia de Assuão, na última semana. Um homem procurou atendimento médico após ter engolido um celular e perder muito peso, além de sentir fortes dores abdominais.

O egípcio, que não teve a identidade divulgada, havia engolido o aparelho há seis meses. Ele contou à equipe médica do hospital que esperava que o seu corpo pudesse eliminar o celular de forma natural, por meio da evacuação.

Raio-X mostra celular dentro do corpo do homem / Crédito: Divulgação/Hospital Universitário de Aswan

 

No entanto, o processo não foi possível e o homem começou a ter problemas de saúde relacionados à ingestão do equipamento. Foi quando ele decidiu buscar ajuda médica, indo até o hospital.

Uma série de exames médicos foi realizada para que a situação pudesse ser resolvida, como raios-X e tomografias computadorizadas, de acordo com informações do portal UOL. Nas imagens, é possível observar o item dentro do corpo do homem.

Os médicos chegaram à conclusão de que o objeto estava causando uma inflamação grave ao estômago e intestinos do indivíduo e o levaram rapidamente para a sala de cirurgias, onde ele passou por uma operação que retirou o aparelho celular de seu corpo.

A cirurgia demorou duas horas para ser concluída e foi um sucesso, visto que o homem agora está se recuperando. Segundo o hospital, ele poderia ter tido uma infecção devido à bateria do celular que apresenta produtos químicos prejudiciais à saúde.

"O incidente foi o primeiro desse tipo. Foi muito estranho, já que o homem não revelou porque engoliu o celular", relatou o médico Mohammed Al Dahshouri em entrevista ao site Gulf Today.