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Notícias / Caso Epstein

Elizabeth II teria levado Andrew a cometer 'erro terrível' em caso Epstein

Segundo advogado, Elizabeth II teria pressionado Andrew a cometer 'erro terrível' em caso de escândalo sexual de menores envolvendo Jeffrey Epstein

Fabio Previdelli

por Fabio Previdelli

fprevidelli_colab@caras.com.br

Publicado em 09/01/2024, às 10h25

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Elizabeth em evento ao lado do príncipe Andrew - Getty Images
Elizabeth em evento ao lado do príncipe Andrew - Getty Images

Nesta terça-feira, 9, o príncipe Andrew foi visto pela primeira vez desde a divulgação dos documentos judiciais de Jeffrey Epstein. O Duque de York foi flagrado ao volante de sua Range Rover verde enquanto deixava a Royal Lodge — a mansão dos Windsor. 

O filho da falecida Elizabeth II está recluso no endereço desde que os documentos sobre o caso Epstein continuam a ser divulgados; muitos deles nomeando Andrew no esquema de abuso sexual de menores na ilha do magnata

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Por conta disso, revelou o Daily Mail, o rei Charles III estaria determinado a expulsar seu irmão mais novo da mansão e transferi-lo para uma propriedade mais modesta. Acredita-se que a casa, que possui 30 quartos, gere um custo de cerca de 3 milhões de libras por ano apenas para sua segurança. 

Erro terrível

Ainda de acordo com o periódico britânico, Andrew foi envolvido no escândalo desde que surgiram as primeiras acusações contra Epstein. Em 2022, além disso, a realeza britânica fez um acordo fora do tribunal com Virginia Giuffre — uma das vítimas de Epstein que alegou ter sido agredida sexualmente. 

Entretanto, em entrevista à Times Radio, Alan Dershowitz, que representou Epstein, disse que a decisão de Andrew foi um "erro terrível". Ele ainda alega que o Duque de York 'teria vencido' se o caso fosse levado ao tribunal. 

Acho que ele cometeu um erro terrível. Suspeito que ele foi pressionado pela mãe para cometer esse erro", afirmou. 

"Se ele tivesse lutado naquele caso, acredito que ele teria vencido, acredito que o caso teria sido encerrado por vários motivos, mas ele não queria assistir a um depoimento", prosseguiu. "Muitas vezes você resolve casos, não porque seja culpado do que é acusado, mas porque não quer admitir outras coisas que fez".

Dershowitz ainda acrescentou: "Sinto pena do príncipe Andrew por esse motivo, presumindo que tudo o que dizem sobre ele esteja correto, a mulher que o acusou já tinha idade superior a consentimento".

Vale ressaltar que, no Reino Unido, a idade de consentimento é de 16 anos; enquanto na Flórida são de 18 anos e 17 em Nova York — idade essa que Giuffre tinha na época. 

Conforme recorda o Daily Mail, a vítima ainda alegou que Epstein a traficou para Dershowitz entre 2000 e 2002, mas ele negou a alegação. Em 2022, ela retirou a acusação dizendo que identificou erroneamente o advogado devido a fato de ser "muito jovem" e estar em um "ambiente muito estressante e traumático" quando estava perto de Epstein.

Por conta disso, ela acabou desistindo do caso de difamação que moveu contra Dershowitz em 2019, sem nenhum pagamento financeiro feito a nenhuma das partes. 

Isso ocorre em meio a alegações no último lote de documentos judiciais não lacrados de que Andrew estava entre uma série de figuras públicas que foram gravadas secretamente por Epstein enquanto faziam sexo. 

Os arquivos recém-divulgados incluem uma afirmação de que a banheira na qual o príncipe Andrew foi acusado de atacar sexualmente Giuffre era "pequena demais para um homem do tamanho do príncipe Andrew desfrutar de um banho e muito menos de sexo".

A vítima, que foi traficada para sexo por Epstein, disse anteriormente que o Duque de York a agrediu sexualmente na casa de Ghislaine Maxwell em Londres. Em entrevista à BBC, em 2019, ela afirmou que "houve um banho e começou ali e depois levou ao quarto".

Não durou muito, todo o procedimento. Foi nojento. Ele não foi mau nem nada, mas se levantou e disse: 'Obrigado', e saiu", finalizou. 

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