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Em nota, Papa Francisco lamenta morte do presidente do Haiti e deseja um futuro melhor para o país

O pontífice, que está internado após passar por uma cirurgia, afirmou que condena ‘todas as formas de violência como meio para resolver crises e conflitos’

Penélope Coelho Publicado em 08/07/2021, às 12h48

Fotografia do Papa Francisco em 2013
Fotografia do Papa Francisco em 2013 - Getty Images

De acordo com informações publicadas nesta quinta-feira, 8, pelo portal de notícias G1, na manhã de hoje, o Papa Francisco comentou sobre a morte do presidente do Haiti, Jovenel Moise, que foi assassinado em um atentado em sua residência oficial, localizada em Porto Príncipe, na última quarta-feira, 7.

Na mensagem escrita através de seu secretário de Estado, o líder católico — que está internado e se recuperando positivamente em um hospital em Roma na Itália, após ter passado por uma cirurgia no cólon, no último domingo — lamentou o ocorrido e desejou um futuro melhor para o Haiti.

Em nota, o pontífice condenou "todas as formas de violência como meio para resolver crises e conflitos" além de desejar "um futuro fraternal, de harmonia, solidariedade e prosperidade" para a população haitiana.

O religioso também desejou melhoras à primeira-dama Martine Moise: "Confio sua vida a Deus”, escreveu Francisco. A mulher ficou gravemente ferida após o atendado, ontem, ela foi encaminhada para os Estados Unidos e está internada em estado crítico.

Sobre o Papa Francisco

Em 13 de março de 2013, Jorge Mario Bergoglio foi eleito papa, após a sucessão de Bento XVI. A decisão foi tomada no segundo dia do conclave, e Bergoglio escolheu o nome de Francisco, em referência a Francisco de Assis.

Nascido em 17 de dezembro de 1936, em Buenos Aires, na Argentina, Francisco foi o primeiro jesuíta a ser eleito papa e primeiro papa do continente americano.

Ao longo de sua trajetória, Francisco já reuniu uma série de frases consideradas polêmicas e controversas.