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Erro em cidade do interior paulista faz idosa receber doses de vacinas diferentes contra coronavírus

A mulher foi vacinada em sua casa e recebeu as primeiras doses da CoronaVac e AstraZeneca

Alana Sousa Publicado em 17/03/2021, às 11h15

Imagem meramente ilustrativa de vacina
Imagem meramente ilustrativa de vacina - Divulgação/Pixabay

Segundo informações do portal UOL, divulgadas na tarde da última terça-feira, 16, uma idosa recebeu doses de vacinas diferentes contra o coronavírus. O caso aconteceu no interior de São Paulo, na cidade de Lucélia.

Encarnação Morata foi imunizada entre os meses de fevereiro e março, entretanto, diferente do indicado pelos especialistas, uma dose foi da CoronaVac e outra da AstraZeneca. Em seu documento de comprovação da vacina é possível observar o erro cometido na aplicação.

A mulher foi registrada como se tivesse recebido por duas vezes a primeira dose, ao invés de duas doses de um só imunizante. Seguindo o plano da prefeitura de sua cidade, Morata foi vacinada em casa, já que tem mais de 90 anos. A Secretaria de Saúde reconheceu o erro e dará a segunda dose da CoronaVac para Encarnação em breve.

“Considerando que, na hipótese de um paciente receber a vacina de um determinado laboratório, e receber outra dose de outro laboratório, consequentemente, a última dose aplicada é considerada inválida e a dose de reforço deverá ser feita conforme a 1ª dose, respeitando o intervalo mínimo de duas semanas a partir da dose que foi administrada equivocadamente, conforme orientações contempladas no Documento técnico - Campanha de Vacinação Contra a Covid”, diz um trecho do comunicado divulgado pela Prefeitura de Lucélia.

Coronavírus no Brasil e no Mundo

De acordo com as últimas informações divulgadas pelos órgãos de saúde, atualmente, o Brasil registra 11.483.370 de pessoas infectadas, e as mortes em decorrência da doença já chegam em 278.229 no país. 

Em 1º de dezembro de 2019, o primeiro paciente apresentava sintomas do novo coronavírus em Wuhan, epicentro da doença na China, apontou um estudo publicado na revista científica The Lancet em fevereiro deste ano. 

De lá pra cá, a doença já infectou 116.849.611 milhões de pessoas ao redor do mundo, totalizando mais de 2,5 milhões de mortes, sendo mais de 278.229 mil delas apenas no Brasil.