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Estados Unidos anunciam envio de pelo menos 20 milhões de doses de vacina para outras nações

A doação dos imunizantes contra a Covid-19 deve acontecer até o final de junho, mas ainda não se sabe quais países serão beneficiados

Penélope Coelho Publicado em 18/05/2021, às 07h12

Joe Biden recebe vacina contra covid-19
Joe Biden recebe vacina contra covid-19 - Getty Images

De acordo com informações publicadas ontem, 17, pelo jornal Folha de São Paulo, o presidente dos EUA, Joe Biden, anunciou na última segunda-feira, o envio de pelo menos 20 milhões de doses de vacinas contra o novo coronavírus para outros países. Segundo o democrata, as doses serão enviadas até o final de junho.

"Assim como na Segunda Guerra Mundial a América era o arsenal da democracia, na batalha contra a pandemia de Covid-19 nossa nação será o arsenal de vacinas", afirmou Biden durante o anúncio.

Segundo revelado na publicação, os EUA irão compartilhar vacinas que já foram aprovadas para uso interno, como o imunizante da Pfizer/BioNTech e a vacina produzida pela Johnson & Johnson. Além disso, cerca de 60 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca — que não é usada nos EUA — também devem ser distribuídas para outras nações.

Essa é a primeira vez que os Estados Unidos compartilham vacinas autorizadas para uso interno no país, em meio à pandemia de Covid-19. Entretanto, até o momento, não se sabe para quais países os imunizantes serão enviados.

Sabe-se que atualmente os EUA avançaram na vacinação contra o novo coronavírus, a fim de conter a pandemia. De acordo com informações divulgadas pelo G1, quase 60% da população adulta do país já recebeu pelo menos a primeira dose da vacina.

Sobre a Covid-19

De acordo com as últimas informações divulgadas pelos órgãos de saúde, atualmente, os Estados Unidos registram 33 milhões de pessoas infectadas, e as mortes em decorrência da doença já chegam a 586 mil no país.  

Em 1º de dezembro de 2019, o primeiro paciente apresentava sintomas do novo coronavírus em Wuhan, epicentro da doença na China, apontou um estudo publicado na revista científica The Lancet em fevereiro deste ano.