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Estudo aponta que subvariante da ômicron BA.2 é ainda mais infecciosa

A subvariante foi identificada como causadora do disparo no número de casos de covid-19 na Dinamarca

Wallacy Ferrari Publicado em 01/02/2022, às 10h53

Imagem microscópica captura amostra da ômicron
Imagem microscópica captura amostra da ômicron - Divulgação / Faculdade de Medicina da Universidade de Hong Kong

Em estudo analisando os casos dinamarqueses da nova subvariante BA.2 da ômicron, que atualmente representa o número de casos no país europeu, os pesquisadores do Statens Serum Institut (SSI), da Universidade de Copenhague, da Estatísticas da Dinamarca e da Universidade Técnica da Dinamarca concluíram que a nova versão é ainda mais transmissível que a comum da variante.

Capaz de infectar pessoas vacinadas, a nova subvariante da covid-19 tem 33% mais chances de se disseminar, estatística obtida em análise de mais de 8,5 mil casos entre dezembro e janeiro. Apesar de tal informação, a subvariante "original" ainda é corresponde a 98% dos casos de ômicron no mundo, mas pode se tornar a cepa dominante.

"Concluímos que a ômicron BA.2 é inerentemente substancialmente mais transmissível do que BA.1 [a primeira registrada], e que também possui propriedades imunoevasivas que reduzem ainda mais o efeito protetor da vacinação contra infecções", disseram os pesquisadores no enredo do estudo.

Para simplificar a explicação sobre a forma de transmissão, o principal autor do estudo, Frederik Plesner, exemplificou à Reuters quais são as probabilidades de infecção: “Se você foi exposto à ômicron BA.2 em sua casa, você tem 39% de probabilidade de ser infectado dentro de sete dias. Se você tivesse sido exposto à BA.1, a probabilidade é de 29%".

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