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EUA: mulheres são acusadas de vender cartões de vacinação falsos

O caso ocorre no momento em que o país enfrenta o desafio de convencer a população a se vacinar contra a Covid-19

Redação Publicado em 01/09/2021, às 09h53

Imagem ilustrativa de imunizante
Imagem ilustrativa de imunizante - Getty Images

Procuradores do Estado de Nova York anunciaram na última terça-feira, 31, que duas mulheres estão sendo acusadas de vender cartões de vacinação contra a covid-19. Segundo as autoridades, esses falsos documentos eram comercializados por meio de uma conta no Instagram. As informações foram publicadas pelo portal de notícias UOL.

De acordo com a reportagem, as norte-americanas também teriam incluído os nomes de seus clientes na base de dados de vacinação do governo. 

Conforme o procurador de Manhattan, Cyrus Vance Jr, as acusadas são Jasmine Clifford, que vivia em Lyndhurst, Nova Jersey, e Nadayza Barkley, de Bellport, Nova York. Segundo revelado pelo portal de notícias, as mulheres têm 31 e 27 anos respectivamente. De acordo com as autoridades, outras pessoas também estão envolvidas no esquema criminoso. 

Vance também acusou 13 profissionais de saúde que atuam em hospitais, casas de repouso e escolas de enfermagem de utilizarem cartões falsos, os quais, segundo a suspeita do procurador, teriam sido obtidos com a dupla. Ele acredita que, enquanto Clifford teria vendido os atestados de vacinação, Barkley seria a responsável por colocar os nomes dos clientes no sistema.

O UOL, destaca que, apesar de as vacinas estarem disponíveis nos EUA de forma gratuita, milhões de norte-americanos ainda recusam receber o imunizante. Com a obrigatoriedade da vacina para o retorno de estudantes às escolas e de trabalhadores às empresas, algumas pessoas têm recorrido à compra de cartões falsos.