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EUA: Trump autoriza transição do governo para Biden, mas não reconhece vitória

O atual presidente norte-americano pediu para que o órgão responsável pela transição faça os 'protocolos iniciais'

Redação Publicado em 24/11/2020, às 11h00

Fotografia de Trump (à esqu.) e Biden (à dir.)
Fotografia de Trump (à esqu.) e Biden (à dir.) - Wikimedia Commons

Na noite da última segunda-feira, 23, Donald Trump usou sua rede social para falar pela primeira vez sobre o início da transição do governo. Através de seu Twitter, o político afirmou que recomenda que seja "feito o que precisa ser feito" em relação "aos protocolos iniciais" para a transição do futuro governo deJoe Biden. As informações são do UOL.

De acordo com a publicação, Trump afirmou que pediu ao órgão responsável pela transição, a Administração dos Serviços Gerais (GSA sigla em inglês), que dê início ao processo formal.

"Nosso caso continua FORTEMENTE, vamos continuar com a boa briga, e acredito que vamos triunfar. Entretanto, considerando os melhores interesses do País, estou pedindo que Emily [representante da GSA] e sua equipe faça o que precisa ser feito no que concerne aos protocolos iniciais, e pedi à minha equipe que faça o mesmo", escreveu Trump.

Contudo, mesmo com o sinal verde para a transição do governo, o atual presidente norte-americano ainda não reconheceu a vitória de Biden, o republicano alega sem provas a existência de fraudes nas eleições e pede a recontagem dos votos em alguns estados.

Sobre Donald Trump

Donald Trump nasceu e cresceu no Queens, entre seus quatro irmãos. Seu pai, Fred, é descendente de imigrantes alemães, enquanto sua mãe, Mary Anne, migrou da Escócia em 1930. Na faculdade, recebeu o diploma de bacharelado em economia, pela Wharton University of Pennsylvania, em 1968.

Aos 25 anos, recebeu a empresa de imóveis e construção de seu pai. À frente da Trump Organization, Donald recebeu o título de magnata. Em 2015, anunciou sua nomeação para a presidência dos EUA pelo Partido Republicano.

Durante sua campanha, Trump usou de discursos de cunho populista e anti-imigração, sempre lembrando seu lema: “Make America great again”. Em 2016, o republicano derrotou a democrata Hillary Clinton e se tornou o 45º Presidente dos Estados Unidos. Aos 70 anos, ele foi a pessoa mais velha a assumir o cargo.