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EUA: 'Xamã' QAnon que invadiu Capitólio tem pedido de liberdade provisória negado

No início do mês, Jacob Chansley se declarou culpado por invasão e conduta violenta

Penélope Coelho Publicado em 11/09/2021, às 10h15

Jacob Chansley na invasão ao Capitólio
Jacob Chansley na invasão ao Capitólio - Getty Images

De acordo com informações publicadas pela agência de notícias Reuters, na última sexta-feira, 10, um juiz federal negou o pedido de um dos acusados pela invasão ao prédio do Capitólio, em Washington D.C., Estados Unidos, que aconteceu em janeiro deste ano.

Na ocasião, apoiadores do ex-presidente, Donald Trump, invadiram o Capitólio enquanto os congressistas certificavam a eleição de Joe Biden como presidente do país.

Segundo revelado na publicação, Jacob Chansley — que se autoproclama um ‘xamã’ adepto das teorias da conspiração do movimento QAnon — não poderá aguardar a sentença em liberdade.

No início do mês, ele se declarou culpado por invasão ilegal e conduta violenta. O homem de 30 anos está preso desde 9 de janeiro, após as invasões no Capitólio, suas fotos com o rosto pintado, carregando uma lança, um cocar e a bandeira dos EUA, viralizaram nas redes.

Como revelado na reportagem, Chansley foi diagnosticado com esquizofrenia, transtorno bipolar, depressão e ansiedade. Para o juiz, a liberdade provisória do réu não é viável, e se deve evitar qualquer possibilidade de fuga. Com a confissão, o ‘xamã’ deve receber sentença de 41 a 51 meses de detenção.