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Filho de Tom Hanks critica vacinação contra covid-19: 'É a por** de uma gripe'

Mesmo com o diagnóstico positivo de seus pais em março de 2020, Chet Hanks se mostra irredutível

Penélope Coelho Publicado em 11/08/2021, às 13h52

Fotografia de Chet Hanks
Fotografia de Chet Hanks - Getty Images

De acordo com informações publicadas no último dia 10, pelo portal da revista Rolling Stone, o filho de Tom Hanks e Rita Wilson, Chet Hanks, de 31 anos, usou sua rede social para criticar a vacinação contra o novo coronavírus. Em seu Instagram, o norte-americano afirmou:

“Nunca tive covid-19. Você não vai me enfiar aquela agulha filho da pu**. É a por** de uma gripe. Supere isso, ok? Se você estiver doente, fique dentro de casa. Por que estamos trabalhando com vocês? Se você estiver em perigo, fique em casa. Estou cansado de usar uma máscara filha da pu**”.

 

Sabe-se que logo no início da pandemia, em março de 2020, os pais de Chet foram diagnosticados com Covid-19. Na ocasião, o consagrado ator Tom Hanks, de 65 anos, informou que sentiu “dores horríveis”.

Depois de ter se recuperado da doença o astro de Forrest Gump (1994) deu detalhes sobre sua experiência com o vírus, em entrevista para o jornal The Guardian.

“Isso foi estranho. Minha mulher perdeu o paladar e o olfato, teve náuseas severas, e febre muito mais alta que a minha. Eu tinha dores no corpo, estava muito cansado o tempo todo e não consegui me concentrar em nada”, revelou.

Mesmo com a traumática experiência dos pais, Chet se mostra irredutível em relação à vacinação.

Recentemente, autoridades de saúde dos Estados Unidos divulgaram dados alarmantes sobre o tema, como revelou uma reportagem do G1. De acordo com pesquisas, no país, 97% dos hospitalizados por coronavírus e mais de 99% das mortes pela doença são de pessoas que não tomaram a vacina.


Sobre a Covid-19

De acordo com as últimas informações divulgadas pelos órgãos de saúde, desde o início da pandemia os Estados Unidos registram 36, 2 milhões casos de pessoas infectadas, e as mortes em decorrência da doença já chegam em 618 mil no país.  

Em 1º de dezembro de 2019, o primeiro paciente apresentava sintomas do novo coronavírus em Wuhan, epicentro da doença na China, apontou um estudo publicado na revista científica The Lancet em fevereiro deste ano.