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Notícias / Daniella Perez

Gloria Perez relembra exumação de corpo da filha: "Eu dizia: ‘Abre! Eu quero ver se é ela’”

Quando o túmulo de Dani Perez foi vandalizado, a autora pediu que ele fosse aberto para que pudesse comprovar que aquele era mesmo o corpo da filha

Redação Publicado em 30/07/2022, às 11h04

Fotografia de Gloria Perez ao lado da filha, Daniella - Divulgação/ Instagram/ @gloriafperez
Fotografia de Gloria Perez ao lado da filha, Daniella - Divulgação/ Instagram/ @gloriafperez

Na série documental da HBO “Pacto Brutal”, Gloria Perez contou como reagiu ao vandalismo no túmulo da filha, Daniella Perez, que havia sido assassinada em dezembro de 1992, pelo ator Guilherme de Pádua.

Nos últimos episódios do documentário, a autora revelou que pediu para que abrissem o caixão para que pudesse comprovar que aquele era realmente o corpo de Daniella, o que fez com que vivesse um momento muito emotivo.

“Constantemente, desde que o fato aconteceu, praticamente toda semana a gente era chamado porque tinham tentado abrir o túmulo. Você não tem respiro, você não tem descanso nem no túmulo”, relatou.

Em meio a essas tentativas de abrir o túmulo, a família decidiu mudar os restos da jovem de lugar. Mas, durante uma exumação, Gloria percebeu que o caixão estava com uma cor um pouco diferente do que lembrava.

“Tinha uma cor diferente e eu comecei a cismar que não era o caixão dela, que tinham trocado. Eu dizia: ‘Não é! Abre! Eu quero ver se é ela’. Gritei tanto que eles abriram. Eu me joguei lá em cima do caixão, olhei e vi que era ela”, desabafou.

“Não vi nada. Só vi ela. E vi igualzinha como no dia que enterrei. Eu lembro de ter dito para a Sandra [Regina, coreógrafa da novela De Corpo e Alma]: ‘Ela tá igualzinha’. E a Sandra disse: ‘Não, não está’. Eu disse: ‘Está, eu vi!’. E eu nunca mais falei sobre isso e nem quero falar. Eu vi igualzinha”, destacou.

Momento de dor

Sandra Regina estava com a autora quando tudo aconteceu e também falou sobre o momento dramático: “Foi o momento que eu vi mais dor nela [Gloria]. Ela se agarrou no caixão e deu um grito. Chorava e deu um grito muito forte”.

Segundo o Metrópoles, Gloria decidiu levar os restos mortais de Daniella para um cofre na Santa Casa depois de, no final de 1999, um bilhete ser deixado no túmulo ameaçando que retiraria o corpo da filha dela a qualquer momento.

“Era uma urna, uma caixinha. Eu fiquei sentada na cadeira com a urna, enquanto eles cuidavam dos papéis. E quando eu vi, eu estava embalando a urna, porque era ela, mesmo naquela forma”, explicou.

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