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Mulher morre de Covid-19 pouco mais de uma semana depois do parto

O caso aconteceu na Flórida, Estados Unidos; de acordo com familiares, Kristen só se preocupava em saber se sua filha estava bem

Redação Publicado em 13/08/2021, às 14h15 - Atualizado às 17h53

Imagem meramente ilustrativa de uma mulher grávida
Imagem meramente ilustrativa de uma mulher grávida - Getty Images

Kristen McMullen teve pouco mais de uma semana para conviver com sua filha recém-nascida. Vítima de Covid-19, a mulher de 30 anos, que residia na Flórida, Estados Unidos, foi hospitalizada com o vírus em 21 de julho, segundo sua tia Melissa Syverson relatou ao portal de notícias NBC News. Diagnosticada com pneumonia, ela recebeu alta, mas foi internada novamente em 26 de julho.

No dia seguinte, ela deu à luz sua filha Summer Reign, por meio de uma cesariana de emergência, e foi transferida para unidade de terapia intensiva. Kristen foi colocada em um respirador na sexta-feira passada, 6, e faleceu no mesmo dia.

James Syverson, seu tio, descreveu a sobrinha como uma pessoa determinada e muito próxima da família. Segundo ele, ser mãe era um de seus objetivos e ela esperava criar uma grande família com seu marido, Keith.

“Ela nunca ficou doente e presumimos, como muitas pessoas, que isso iria embora tão rapidamente quanto veio”, disse o tio a NBC News. “Porque como muitas pessoas mais jovens - ela tinha apenas 30 anos - ela iria passar por isso e voltar a assumir o controle da vida.”

A família se recusou a dizer se Kristen havia sido vacinada contra Covid-19, mas relataram que, independente do estado de vacinação das mulheres grávidas, as pessoas precisam ter cuidado ao seu redor.

“Nós pessoalmente sentimos que se uma mulher grávida está ou não [vacinada] ou se ela usa ou não uma máscara, sentimos que elas correm um grande risco de ser mortal para elas ou seu bebê”, disse Melissa Syverson.

Já que a variante Delta continua a avançar no país, Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças convocaram as gestantes a se vacinarem contra a Covid-19. Segundo dados da instituição, apenas cerca de 23 por cento das mulheres grávidas receberam pelo menos uma dose da vacina.