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Notícias / Henry Borel

Henry Borel: Legista que assinou necrópsia será ouvido nesta quarta-feira (1°)

Jovem foi morto em maio do ano passado em apartamento onde vivia com a mãe e o padrasto

Redação Publicado em 01/06/2022, às 10h21

Fotografia do pequeno Henry na piscina - Divulgação/Leniel Borel
Fotografia do pequeno Henry na piscina - Divulgação/Leniel Borel

Nesta quarta-feira, 1°, a Justiça do Rio de Janeiro continuará ouvindo testemunhas sobre o caso que investiga a morte do jovem Henry Borel, morto em maio do ano passado em um apartamento que vivia com a mãe Monique Medeiros e o padrasto Dr. Jairinho, na Barra da Tijuca. 

No dia de hoje são esperados na 2ª Vara Criminal os depoimentos de Leonardo Huber Tauil, legista que assinou o laudo da necropsia de Henry; e Sami El Jundi, assistente técnico. Ambos foram contatados pelos advogados de defesa de Jairinho

O ex-vereador, por sua vez, segundo reportado pelo G1, deverá ser interrogado novamente no próximo dia 13. Já Monique Medeiros não será ouvida, em virtude de um pedido de dispensa por parte de sua defesa. 

O monitoramento de Monique

Desde abril deste ano, após decisão da juíza Elizabeth Louro, Monique Medeiros aguarda por seu julgamento em liberdade. Entretanto, ela está submetida a monitoramento com o uso de tornozeleira eletrônica. A condição substitui a prisão preventiva. O mesmo não se aplicou para Jairinho.

Apesar disso, Medeiros não pode manter contato com nenhuma testemunha do caso. De acordo com a magistrada, a decisão se deu pelo fato da mãe de Henry sofrer com episódios de ameaça e agressão enquanto esteve dentro do presídio. Assim, a manutenção de sua detenção poderia gerar reações violentas contra a ré.