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Notícias / Violência armada

Homem alveja funcionário do McDonald’s após receber comida fria

O episódio, que começou devido a uma batata frita, ocorreu nos Estados Unidos

Ingredi Brunato, sob supervisão de Thiago Lincolins Publicado em 04/08/2022, às 14h39

Fotografia meramente ilustrativa - Divulgação/ Pixabay/ Pexels
Fotografia meramente ilustrativa - Divulgação/ Pixabay/ Pexels

Matthew Webb, funcionário de um McDonald’s localizado no estado norte-americano de Nova York, foi alvejado na última segunda-feira, 1, após clientes ficarem insatisfeitos com seu pedido. 

O conflito começou quando uma mulher foi até o atendente para reclamar que sua batata frita estava fria. Eventualmente, ela saiu do estabelecimento para chamar seu filho, Michael Morgan, que esperava no estacionamento, conforme presenciado pelas testemunhas e repercutido pela CBS, uma emissora estadunidense. 

O rapaz de 20 anos, todavia, sacou um revólver e disparou contra Webb. O funcionário da franquia de fast-food acabou com uma bala alojada no pescoço, e precisou ser levado para o hospital às pressas. Ainda segundo o veículo, ele atualmente se encontra internado e seu quadro é grave. 

Já o criminoso foi preso em flagrante e acusado não apenas de tentativa de homicídio, mas também de porte ilegal de arma, uma vez que não possuía licença para ter um revólver. 

Epidemia de violência 

Batatas fritas frias não devem resultar em tiroteio. No final do dia, é a violência armada em todo o país, particularmente nesta cidade, que precisa ser controlada, e os restaurantes de fast-food não são mais os lugares seguros que costumavam ser", afirmou Sanford Rubenstein, que foi entrevistado pela CBS.

O homem trabalha como advogado em um caso semelhante, representando a família de Kristal Nieves, uma jovem de 19 anos assassinada enquanto trabalhava em um estabelecimento do Burger King.  

Vale mencionar que, nos últimos meses, tem havido muito debate a respeito do porte de armas de fogo nos Estados Unidos devido aos chocantes tiroteios em massa ocorridos nos últimos meses, como o atentado ao supermercado de Buffalo, em Nova York, ou a chacina na escola primária de Uvalde, no Texas.