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Jairinho sugere que Henry poderia ter sido envenenado

“Não se sabe a causa da morte”, escreveu o ex-deputado, um dos réus do caso

Redação Publicado em 04/01/2022, às 11h40

Jairinho em entrevista, antes de ser preso
Jairinho em entrevista, antes de ser preso - Divulgação/Youtube/CidadeAlertaRecord

De acordo com informações publicadas nesta terça-feira, 4, foram divulgadas novas partes de uma carta de seis páginas, escrita pelo ex-vereador e médico,Dr. Jairinho, preso desde abril de 2021.

O homem é um dos réus no caso do menino Henry Borel, de 4 anos, morto em 8 de março de 2021. A mãe de Henry, Monique Medeiros também é acusada.

Na carta, o ex-parlamentar reafirma que tinha um bom relacionamento com o filho de sua então companheira, Monique e nega responsabilidade pela morte do menino. Jairinho chega a sugerir que o garoto tenha morrido em decorrência de causas naturais, ou, até ter sido envenenado.

“Não existe qualquer indício de que eu tenha feito absolutamente nada com o Henry”, escreveu o médico. As informações são do portal de notícias Extra Online.

“Não se sabe se foi morte natural. Infarto? Doença no fígado? Não se sabe se ele já veio doente do pai (Leniel), bateu em algum lugar, foi envenenado, emboscado. Se ele passou mal no dia, no apartamento. Não se sabe a causa da morte”, indagou.

De acordo com o laudo pericial a respeito da causa da morte da criança, Henry teria morrido em decorrência de uma hemorragia interna e laceração hepática, causada por uma ação violenta contundente. A polícia acredita o pequeno foi vítima de agressão.