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Jovem assassinado após cobrar salário não teve órgãos removidos pelo IML

O caso, ocorrido no Rio de Janeiro, teve desdobramentos através do advogado da família de Moïse Kabamgabe

Redação Publicado em 01/02/2022, às 14h15

Moïse Kabamgabe em foto pessoal
Moïse Kabamgabe em foto pessoal - Arquivo pessoal

Diante do assassinato de Moïse Kabamgabe, jovem congolês brutalmente assassinado no Rio de Janeiro na última segunda-feira, 31, novas informações estão sendo divulgadas a respeito do revoltante episódio.

Ao contrário do que havia sido divulgado pela família, o jovem de 24 anos não teve os órgãos arrancados pelo IML (Instituto Médico Legal).

De acordo com o advogado Rodrigo Mondego, que representa os familiares da vítima, a falta de informação fez com que isso fosse especulado.

 Apuramos que a retirada de seus órgãos não procede, a falta de informação no IML levou a família a acreditar nisso. A CDH OAB/RJ seguirá no caso”, escreveu Mondego através de sua conta no Twitter.

O caso

Moïse, que trabalhava num quiosque próximo ao posto 8, localizado no RJ, foi brutalmente assassinado ao cobrar a diária devida. Segundo os seus familiares, ao cobrar os dias em atraso, fora espancado até a morte.

No momento, a Polícia Civil está ouvindo relatos de testemunhas, além de analisar as gravações do local.