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Justiça britânica identifica grupo que estaria envolvido em roubo à casa de herdeira da F1 no ano passado

Os ladrões roubaram cerca de 25 milhões de libras em bens em dezembro do ano passado; agora a justiça realizou importantes descobertas sobre o caso

Giovanna Gomes Publicado em 18/11/2020, às 07h07

Tamara Ecclestone
Tamara Ecclestone - Getty Images

A herdeira da F1, Tamara Ecclestone teve sua casa invadida por ladrões no final do ano passado. Agora, após quase um ano de investigação, a justiça descobriu quem estava por trás do roubo. A casa fica situada próxima ao Palácio de Kensington, em Londres.

Segundo informou a Justiça, o grupo teria escalado a garagem e em seguida pulado no jardim no dia 13 de dezembro. Após terem pegado o que queriam, cerca de 25 milhões de libras em bens (em torno de 177 milhões de reais), acenaram para um táxi e fugiram.

De acordo com o Tribunal da Coroa de Isleworth, quatro pessoas teriam servido de apoio para os bandidos em seus roubos, que não se limitaram à propriedade de Ecclestone.

Outras personalidades como o gerente do Chelsea e o ex-presidente do Leicester City tiveram objetos de valor roubados de suas casas em dezembro de 2019. Maria Mester,Emil Bogdan Savastru,Alexandru Stan e Sorin Marcovici negam envolvimento no caso.

No entanto, a justiça foi informada de que eles haviam montado uma espécie de "base" no TLK Apartments, em Orpington, Bromley, e que foram vistos viajando da estação de St Mary Cray em várias ocasiões entre 1º de dezembro e 13 de dezembro.

Referindo-se à invasão à casa de Ecclestone, o promotor Paul Jarvis disse: "Efetivamente, você teria que pular algumas cercas. Para ultrapassar o primeiro limite, há vidro cimentado na parede, então há um certo risco e você ainda teria que passar por duas propriedades com a possibilidade de ser visto".

Ele também considerou que seria preciso ser uma espécie de Homem-Aranha para escalar a garagem e pular para o jardim.