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Mecha de cabelo presenteada a Kim Kardashian não era de Marilyn Monroe

A celebridade ganhou o suposto artefato do dono do museu onde estava o vestido da estrela de cinema

Redação Publicado em 09/05/2022, às 15h57

Montagem de Kim Kardashian e Marilyn Monroe em imagem colorizada com o mesmo vestido
Montagem de Kim Kardashian e Marilyn Monroe em imagem colorizada com o mesmo vestido - Getty Images / Divulgação / Klimbim

Na quinta-feira passada, 5, a franquia norte-americana "Acredite se quiser!" postou em sua conta oficial do Instagram um vídeo de seu fundador, Robert Ripley, presenteando a modeloKim Kardashian com o que foi descrito como uma mecha do cabelo de Marilyn Monroe

Vale lembrar que a celebridade norte-americana usou o vestido da icônica atriz de Hollywood para ir ao Met Gala, baile anual de moda que tem como função arrecadar doações para o Museu Metropolitano de Arte de Nova York. A peça de roupa, por sua vez, foi emprestada pelo museu do "Acredite se quiser!". 

Na última sexta-feira, 6, porém, o historiador Monroe Scott Fortnerdesmentiu o presente, dizendo que era falso. A conclusão foi alcançada pelo especialista após encontrar furos na história postada pela empresa de Ripley, repercutiu a revista People.

De acordo com a companhia, que trabalha com artefatos históricos improváveis, a mecha foi cortada pelo cabeleireiro Robert Champion após ele ter feito o penteado de Monroe no dia em que ela usou seu famoso vestido e cantou "Parabéns para Você" para o presidente John F. Kennedy

Fortner, no entanto, esclareceu que, naquela noite, quem arrumou o cabelo da atriz foi Battelle Kenneth, considerado o primeiro cabeleireiro a ganhar fama devido à sofisticação de seus penteados. 

Confira abaixo o vídeo da Kardashian recebendo o presente: 

Controvérsia

Kim Kardashian atraiu uma chuva de críticas ao usar o histórico vestido de Marilyn Monroe. A peça, que fora feito sob medida para o corpo da artista, tem sido mantida cuidadosamente preservada ao longo das décadas, ao ponto de nem mesmo ter sido lavada. 

Dessa forma, a ideia de outra pessoa vestindo a roupa, e ainda mais alguém com o corpo muito diferente do de Monroe, preocupou historiadores e especialistas em antiguidade, uma vez que existe o risco de danificação do vestido.