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"Não conversei com Lula", diz Luiza Trajano após ex-presidente escrever texto em sua homenagem na Time

A empresária foi incluída na lista das 100 personalidades mais influentes do mundo pela revista norte-americana

Redação Publicado em 18/09/2021, às 10h00

Luiza Trajano, presidente do Conselho de Administração Magazine Luiza
Luiza Trajano, presidente do Conselho de Administração Magazine Luiza - Wikimedia CommonS / Magazine Luiza - Magalu

Na última quarta-feira, 15, a revista Time publicou uma lista das 100 personalidades mais influentes do mundo e surpreendeu ao mencionar uma brasileira, a empresária Luiza Trajano, que comanda a rede de lojas Magazine Luiza. Segundo o Estadão, o texto que a homenageou foi escrito pelo ex-presidente Lula, fato que gerou algumas polêmicas.

Ontem, porém, a empresária declarou, durante coletiva de imprensa, que não conversou com o político sobre o assunto.

Em seu texto, Lula destacou que Trajano foi responsável por ajudar pequenos negócios durante a pandemia da Covid-19 e ressaltou o fato de se tratar de uma mulher forte, que exerce sua função com maestria num ambiente dominado por homens.

Durante a entrevista, Luiza comentou que concordava com tudo o que havia sido escrito a seu respeito. “Não senti nenhuma coisa diferente do que eu sou", disse ela. No entanto, a empresária revelou não ter conversado com o político.

“Não conversei com o ex-presidente Lula sobre carta e o resultado. Não tenho conversado com nenhum político. Não que eu não vou conversar…”, afirmou. Trajano declarou também que não sabia que o petista seria o autor de seu perfil.

A revista não me perguntou nada. Achei estranho porque, normalmente, tem uma entrevista né?”, disse ela. “Eu não sabia que seria escrito por um político. Desde fevereiro, quando a gente começou a trabalhar o Unidos pela Vacina, eu não conversei com nenhum político sobre nada."

Trajano aproveitou a ocasião para ressaltar também que não vai se candidatar nas eleições de 2022 e que sua atuação política se resumirá ao Grupo Mulheres do Brasil, do qual é fundadora. “Temos um grupo de 95 mil mulheres. Vamos ter uma atuação, mas não vai ser para um lado ou para um outro”, finalizou.