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Nos EUA, homem é condenado por assassinato de namorada durante "jogo sexual"

Andrew Shinault estava manipulando um revólver durante as preliminares com a parceira

Ingredi Brunato, sob supervisão de Thiago Lincolins Publicado em 14/04/2021, às 14h17

Montagem mostrando Andrew Shinault à esquerda e Paloma Williams à direita
Montagem mostrando Andrew Shinault à esquerda e Paloma Williams à direita - Divulgação

No estado norte-americano da Flórida, um homem de 25 anos foi condenado recentemente pelo assassinato de sua namorada, que ocorreu em maio de 2019. O caso foi divulgado pelo UOL. 

Segundo Andrew Shinault, ele e Paloma Williams, de 24 anos, haviam decidido usar um revólver carregado durante seus momentos de intimidade, como forma de “excitação sexual”. Para piorar a questão, o estadunidense estava sob efeito de metanfetamina quando baleou a jovem. Essas brincadeiras perigosas eram parte dos encontros dos dois desde o início da relação, que tinha apenas 15 dias. 

No dia em que o crime ocorreu, a mulher teria primeiro passado a arma pelo corpo do parceiro, porém quando foi a vez de Andrew fazer o mesmo, ele decidiu puxar o gatilho, segundo o homem, ele não tinha consciência de que a trava de segurança havia sido desativada e consequentemente atingiu Paloma, que foi levada imediatamente para um hospital, mas não resistiu aos ferimentos. 

Em tribunal, o acusado disse que a parceira “devia ter” tirado a trava de segurança enquanto ele não estava olhando, todavia, os policiais avaliaram que mecanismo de trava do revólver não era tão imperceptível quando mudado. 

“É a posição do estado que o réu tinha idade e inteligência o suficiente para saber que não é seguro apontar uma arma carregada para um indivíduo e continuamente puxar o gatilho sob a influência de metanfetamina”, comentou o promotor John Terry sobre o caso antes do julgamento, segundo repercutido pelo site da Fox. 

Sabe-se que Andrew fechou um acordo em que conseguiu uma sentença de dois anos de prisão no regime fechado e 12 no semiaberto em troca de confessar que era culpado do crime.