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Notícias / Estados Unidos

Nos EUA, mulher teria pagado assassino de aluguel com ‘benefício Covid’

Usando auxílio monetário devido à pandemia, americana é suspeita de pagar atirador

Redação Publicado em 17/02/2022, às 18h00

Divulgação - Departamento de Polícia de Miami - Registro do episódio
Divulgação - Departamento de Polícia de Miami - Registro do episódio

Envolvida em uma rivalidade já registrada na Justiça americana desde 2016, Le’Shonte Jones foi assassinada e seu filho de 3 anos foi ferido por um matador de aluguel no primeiro semestre de 2021. No entanto, de acordo com a investigação da polícia da Flórida, nos Estados Unidos, os executores e a culpada foram descobertos.

Jasmine Martinez foi acusada de pagar o intermediário Romiel Robinson, seu ex-namorado, e o atirador Javon Carter para matarLe’Shonte, que, previamente, já teria tido um relacionamento com Robinson. Em 2016, Martinez já havia ido presa por bater em sua ‘rival’ e, agora, os três responsáveis pelo assassinato estão atrás de barras.

No entanto, um dos lados mais enigmáticos deste caso é que Jasmine, possivelmente, pagou o assassino de aluguel utilizando parte de seu benefício social, que foi encaminhado para auxiliá-la durante a pandemia. O ‘auxílio’ é um empréstimo do governo americano, para a manutenção do seu salão de beleza.

De acordo com a cobertura do portal de notícias UOL, Jasmine Martinez teria pagado Robinson e Carter cerca de 10 mil dólares, por volta de R$ 51 mil, de seu ‘benefício’ de 15 mil, equivalente a R$ 77 mil.

Os advogados de Jasmine e Robinson afirmaram que seus clientes não estão envolvidos com o caso, no entanto, as suspeitas são grandes. Uma das provas é um vídeo de Javon Carter, o executor, contando dinheiro apenas algumas horas depois da morte de Le’Shonte Jones e falando: “Apenas mais um dia no escritório”.