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O que é a ‘síndrome do cabelo impenteável’, diagnosticada em garoto de 10 meses

O pequeno Locklan Samples possui uma condição genética que deixam os fios finos e espetados a todo momento

Wallacy Ferrari Publicado em 09/03/2022, às 10h38

O pequeno Locklan Samples ostentando seu mullet involuntário
O pequeno Locklan Samples ostentando seu mullet involuntário - Divulgação / Redes sociais

Durante o início deste ano, um curioso digital influencer emergiu nos Estados Unidos devido a uma condição rara descoberta com poucos meses de vida.

O pequeno Locklam Samples, hoje em seu primeiro ano de idade, não tinha sequer um perfil próprio no Instagram, mas em decorrência de uma foto postada pela mãe, surgiu uma curiosidade.

Nas mensagens privadas, Katelyn Samples foi perguntada se seu filho tinha a “síndrome do cabelo impenteavel”. Sem sequer saber da existência da condição, ela procurou saber se os cabelos finos e espetados do filho tinham alguma relação genética explicável, descobrindo que ele era um dos poucos seres humanos vivos com a tal síndrome.

Em entrevista ao programa Good Morning America, da rede norte-americana ABC, ela explicou o medo inicial ao ser disposta ao termo "síndrome".

Visando descobrir se a condição proporcionava algum tipo de dor ao pequeno, na época com dez meses de idade – mas acabou descobrindo que existe projeção de melhora.

O que é a condição?

De acordo com o dermatologista que diagnosticou o garoto, trata-se de uma doença genética raríssima, que não apenas desordena os fios impossibilitando o alinhamento com facilidade, como também tem casos conhecidos quando os cabelos são bem claros.

A síndrome também é mais comum em crianças, entre 3 e 12 anos, como informa o portal G1.

Os casos conhecidos pela ciência são de aproximadamente 100 registros e que, quando analisados em microscópio, é possível notar que a haste do cabelo é mais triangular, ao contrário dos cabelos normais, que possuem uma formação cilíndrica.

A pele do couro também é “extremamente sensível”, mas tende a melhorar durante a adolescência.