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Operação policial na Turquia apreende 144 artefatos históricos que seriam contrabandeados

Na província de Izmir, as autoridades resgataram mais de 60 moedas, um anel e objetos do período romano

Alana Sousa Publicado em 09/12/2020, às 12h30

Imagem meramente ilustrativa de carros de polícia
Imagem meramente ilustrativa de carros de polícia - Divulgação/Pixabay

Durante uma operação anti-contrabando que aconteceu no oeste da Turquia durante a manhã desta quarta-feira, 9, cerca de 144 artefatos históricos foram apreendidos de criminosos segundo as autoridades locais. A informação foi divulgada pela agência estatal do país, Anadolu.

A pista chegou para a polícia da província de Izmir, que rapidamente montou uma ação para prender o suspeito, identificado apenas como CO. As autoridades receberam uma denúncia de que o homem estava viajando de Manisa para Izmir, com o objetivo de vender os objetos de grande valor cultural.

Ao identificar o que seria o veículo utilizado pelo líder da quadrilha, os policiais exigiram que os homens — além de CO, estavam YA e SB — parassem e começaram uma inspeção. Dentro do carro foram localizados 63 moedas, um anel e uma estatueta de animal, os itens eram do período romano e helenístico.

Mais tarde, outra operação resgatou outros 79 objetos valiosos. Todos foram direcionados para o museu local. Já os criminosos, foram apreendidos e liberados sob controle da justiça.

Sobre arqueologia

Descobertas arqueológicas milenares sempre impressionam, pois, além de revelar objetos inestimáveis, elas também, de certa forma, nos ensinam sobre como tal sociedade estudada se desenvolveu e se consolidou ao longo da história. 

Sem dúvida nenhuma, uma das que mais chamam a atenção ainda hoje é a dos egípcios antigos. Permeados por crendices em supostas maldições e pela completa admiração em grandes figuras como Cleópatra e Tutancâmon, o Egito gera curiosidade por ser berço de uma das civilizações que foram uma das bases da história humana e, principalmente, pelos diversos achados de pesquisadores e arqueólogos nas últimas décadas.