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Partido de Trump entrou com pedido para parar a contagem de votos na Pensilvânia

Na noite de ontem, 6, os Republicanos solicitaram à Suprema Corte dos Estados Unidos a interrupção da apuração de cédulas recebidas pelo correio a partir do dia 3

Alana Sousa Publicado em 07/11/2020, às 11h00

Edifício da Suprema Corte dos EUA
Edifício da Suprema Corte dos EUA - Wikimedia Commons

Na última sexta-feira, dia 6, o partido do candidato a reeleição da presidência dos Estados Unidos, Donald Trump, entrou com um pedido na Suprema Corte do país para interromper a contagem de votos do estado da Pensilvânia, importante para definir o vencedor das eleições, e local onde o rival Joe Biden lidera.

O Partido dos Republicanos solicitou que todas as cédulas de votos recebidas pelo correio a partir do dia 3 de novembro não sejam contadas. O ato é mais um entre os muitos dos políticos aliados de Trump que temem a derrota e ameaçam não reconhecer uma possível vitória do democrata e ex-vice de Obama.

“Dados os resultados da eleição geral em 3 de novembro de 2020, a votação na Pensilvânia pode muito bem determinar o próximo presidente dos Estados Unidos”, disseram os republicanos em comunicado. Há meses, filiados do partido questionam a decisão do Estado de aceitar cédulas enviadas por correio.

O juiz da Suprema Corte Samuel Alito tomou uma decisão ainda na noite de ontem. Apesar de um parecer favorável, ele não aceitou o pedido do partido, mas definiu que os votos recebidos após o dia 3 deverão ser computados paralelamente aos demais.