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Notícias / Exposição

Peças raras, que contam a história das antigas civilizações peruanas, chegam a Brasília

Exposição 'Tesouros Ancestrais do Peru', que conta com 162 peças datadas entre 900 a.C. e 1600 d.C., promete ao público uma verdadeira viagem no tempo

por Giovanna Gomes

ggomes@caras.com.br

Publicado em 28/05/2024, às 15h37 - Atualizado às 19h04

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Uma das peças presentes na exposiçãi - Divulgação/CCBB
Uma das peças presentes na exposiçãi - Divulgação/CCBB

O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília recebe, a partir de 28 de maio, a exposição "Tesouros Ancestrais do Peru", um evento que já fez sucesso no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte.

A mostra é uma viagem no tempo, convidando o público a explorar a história e a cultura das antigas civilizações andinas através de 162 peças datadas entre 900 a.C. e 1600 d.C., a maioria delas em cerâmica, cobre, ouro, prata e têxteis. A exposição é dividida em cinco blocos temáticos: Linha do Tempo, Mineração, Divindades e Rituais, Cerâmica e Têxteis, e Colonização.

O conjunto de objetos raros, reconhecido como patrimônio pelo Ministério da Cultura do Peru, pertence à Fundação Mujica Gallo e faz parte do catálogo do Museo Oro del Perú y Armas del Mundo.

Em cartaz até 11 de agosto, a mostra é patrocinada pelo Banco do Brasil e BB Asset Management, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, com organização da Arte A Produções. A entrada é gratuita, e os ingressos podem ser obtidos na bilheteria ou pelo site.

O Império Inca, também conhecido como Tahuantinsuyo, foi a maior e mais importante reunião de culturas da América antiga, com sede política em Cusco, no atual Peru, e abrangendo uma vasta região que se estendia por cerca de 4 mil quilômetros.

Objetos em exposição

A exposição apresenta utensílios como depiladores, bolsas, penachos, máscaras funerárias e coroas de ouro, revelando os traços culturais dos povos andinos. Há também módulos dedicados à cerâmica e aos objetos têxteis, além de Tumis, facas ornamentais usadas em cerimônias de sacrifícios.

A exposição também conta com obras contemporâneas que ampliam a leitura do acervo, como a recriação do "Quipu de Nasca" e a instalação "Saqueo" (Pilhagem) de Iván Sikic, que questiona os efeitos da mineração ilegal do ouro.

As peças da exposição são raras e preciosas, representando uma história viva do desenvolvimento das civilizações andinas até o império inca, o mais importante já formado nas Américas.