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Pesquisa indica que WhatsApp é a principal fonte de informação dos brasileiros

Estudo revela que cerca de 79% dos entrevistados se informam pelo aplicativo

Fabio Previdelli Publicado em 10/12/2019, às 16h36

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Imagem ilustrativa - Getty Images

Segundo uma pesquisa realizada pela Câmera dos Deputados e pelo Senado, o WhatsApp é a principal fonte de informação de 79% dos entrevistaras, que disseram usar a rede social para receber notícias.

Atualmente, o aplicativo é a plataforma mais popular do Brasil, junto com o Facebook, contando com mais de 136 milhões de usuários. Além do WhatsApp, outras fontes de comunicação também foram citadas, como: a televisão (50%), o YouTube (49%), o Facebook (44%), sites do notícias (38%), o Instagram (30%) e as emissoras de rádio (22%). Em números menos também apareceram o jornal impresso (8%) e o Twitter (7%).

A pesquisa também mostrou que cada faixa etária possui um meio preferido para receber informações. Enquanto as pessoas com mais de 60 anos preferem se informar pelos noticiários televisivos (67%), a população entre 16 e 29 anos deixa a TV de lado (40%) e acompanha as notícias pelo YouTube (55%).

Se formos analisar os dados do Instagram, essa discrepância é ainda maior: a rede social noticia 41% entre os mais novos e só 9% entre a terceira idade.

Além da preferência pelos meios noticiosos, a pesquisa também avaliou a interação dos entrevistados com as redes sociais. O hábito mais executado por eles é a curtida em publicações (41%), seguido pelo compartilhamento de posts (20%), publicação de conteúdo (19%) e comentários em publicações de terceiros (15%).

Ao todo, 2.400 pessoas que possuem acesso à internet em todos os estados, e no Distrito Federal, foram entrevistadas via telefone no mês de outubro. Segundo os autores da amostra, a pesquisa tem 95% de nível de confiança e uma margem de erro de pontos percentuais para mais ou para menos.

Segundo a pesquisa, essas são os veículos com maiores porcentagens na preferência dos brasileiros:

  • WhatsApp: 79%;
  • TV: 50%;
  • YouTube: 49%;
  • Facebook: 44%;
  • Sites de notícias: 38%;
  • Instagram: 30%;
  • Rádio: 22%;
  • Jornais impressos: 8% e
  • Twitter: 7%.