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Polícia acredita que Lázaro Barbosa fazia parte de uma organização criminosa

Em entrevista para o programa Fantástico, a delegada responsável pelo caso deu detalhes sobre a linha de investigação. Confira!

Redação Publicado em 05/07/2021, às 07h57

Imagem de Lázaro Barbosa capturada por uma câmera de segurança
Imagem de Lázaro Barbosa capturada por uma câmera de segurança - Divulgação/Fantástico/Rede Globo

De acordo com uma reportagem do G1, o programa Fantástico, da TVGlobo, deu novos detalhes sobre a investigação acerca dos crimes cometidos por Lázaro Barbosa, morto na última segunda-feira, 28,  durante troca de tiros, após 20 dias de busca por seu paradeiro, em uma operação que envolveu mais de 270 agentes.

Segundo revelado na reportagem transmitida na noite de domingo, 4, para a polícia responsável pela investigação do caso, o criminoso não agiu sozinho. Acredita-se que Lázaro integrava uma organização criminosa, como afirmou delegada Rafaela Azzi.

“Nessa organização criminosa, a gente já levantou que pessoas importantes participam dela. Nós temos empresários, fazendeiros, políticos...”, acrescentou a agente em entrevista ao Fantástico.

Um dos suspeitos de ajudar o criminoso é o fazendeiro Elmi Caetano, que foi preso por ter fornecido estadia para Barbosa durante o período em que era procurado. Mensagens de voz no celular de Elmi intensificam as suspeitas.

Para a polícia, Caetano, que era ex-patrão da mãe de Lázaro, pode ser o mandante da chacina que aconteceu no último no dia 9 de junho, na ocasião, quatro pessoas da mesma família foram mortas em Ceilândia por Lázaro

“Considerando que havia um laço anterior, que o Lázaro já era conhecido do proprietário e que na entrevista o proprietário fala que aquela família devia um dinheiro a ele, nós não descartamos a hipótese de que ele tenha realmente usado Lázaro para cobrar a dívida, e em não recebendo, matar aquelas pessoas”, pontuou Azzi.