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Príncipe William e Kate Middleton declaram apoio à Ucrânia

Pelo Twitter, o casal se posicionou: ‘Hoje estamos com o presidente e todo o povo da Ucrânia enquanto eles lutam bravamente por esse futuro’

Redação Publicado em 26/02/2022, às 11h53

O príncipe William e a esposa, Kate Middleton
O príncipe William e a esposa, Kate Middleton - Getty Images

O príncipe William e a Duquesa de Cambridge, Kate Middleton, se posicionaram neste sábado, 26, em favor da Ucrânia após o presidente russo, Vladimir Putin, ordenar uma operação militar responsável por ataques em diferentes regiões do país.

Esta foi uma das raras vezes que membros da família real britânica fizeram comentários públicos sobre questões políticas importantes, já que eles normalmente seguem a norma constitucional de neutralidade. A declaração de apoio foi feita por meio do perfil do casal no Twitter.

"Em outubro de 2020, tivemos o privilégio de conhecer o presidente [Volodymyr]Zelenskye a primeira-dama para aprender sobre sua esperança e otimismo em relação ao futuro da Ucrânia", escreveram na rede social.

"Hoje estamos com o presidente e todo o povo da Ucrânia enquanto eles lutam bravamente por esse futuro”, acrescentaram, segundo repercutiu o portal g1.

O irmão mais novo de William, o príncipe Harry, e sua esposa, Meghan Markle, também comentaram a situação da Ucrânia, afirmando em seu site na última quinta-feira, 24, que apoiam o povo ucraniano "contra essa violação do direito internacional e humanitário".

Invasão na Ucrânia

Após semanas de tensão entre a Rússia e a Ucrânia, o presidente russo Vladimir Putin iniciou o que chamou de 'operação militar especial' da Rússia na Ucrânia, como repercutiu a Fox News nesta quinta-feira, 24. 

De acordo com o veículo internacional, através de um pronunciamento, o presidente da Rússia disse que o confronto com as forças ucranianas é 'inevitável'. 

Tomei a decisão de conduzir uma operação militar especial. Nossa análise concluiu que nosso confronto com essas forças (ucranianas) é inevitável". 

'Consequências'

Putin, que descreve a ação como uma resposta a supostas 'ameaças da ucrânia', mandou recado para nações que tentarem intervir na 'operação'.

"(...) Algumas palavras para aqueles que seriam tentados a intervir: a Rússia responderá imediatamente e você terá consequências que nunca teve antes em sua história", disse ele.