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Segundo biógrafa, Elvis Presley teria morrido devido a doenças genéticas

De acordo com Sally Hoede, a morte do músico não teria sido causada por uma overdose de medicamentos, como muitos afirmam

Redação Publicado em 02/08/2021, às 12h22

Elvis Presley em fotografia
Elvis Presley em fotografia - Getty Images

De acordo com informações do site Observador, uma biógrafa do cantor Elvis Presley afirma que o Rei do Rock não morreu em razão de uma overdose de medicamentos, mas sim devido a problemas de saúde.

Segundo a escritora Sally Hoede, Elvis teria herdado doenças genéticas do lado materno de sua família, provocadas pelo fato de que seus avós eram primos diretos.

Conforme Hoede, três tios do artista morreram jovens e sua mãe, Gladys, faleceu com 46 anos de idade, tendo vivido quatro anos a mais do que o músico.

“Eles tiveram um período semelhante de saúde degenerativa de quatro anos, e é interessante porque ela não tomou a mesma medicação”, disse a autora em entrevista ao site.

Hoede explica que um dos problemas de saúde de Elvis era a deficiência de um inibidor de enzimas que digerem proteínas no sangue, o Alfa-1 antitripsina. Sua ausência, pode causar problemas nos pulmões, no fígado e também no cólon, além de inúmeros outros problemas como deficiências no sistema imunológico e problemas de insônia.

A escritora acredita que o médico do músico, GeorgeNickNichopoulos, acusado de prescrever medicamentos em excesso a ele, não foi o culpado de sua morte.

“O Doutor Nick é uma figura controversa. Pela minha investigação, ele estava sempre tentando ajudar o Elvis, mas a linha entre o amigo e médico ficou confusa. Uma das razões pelas quais Elvis recorreu ao medicamento foi a dor. Ele tomava muito às vezes, mas estava se automedicando porque estava tentando encontrar uma maneira de ser Elvis Presley”, afirma Hoede.