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Tom Phillips: As seis guerras mais inúteis

Veja a lista organizada pelo autor de “Humanos: Uma História de Como F*demos com Tudo”

Tom Phillips Publicado em 14/11/2018, às 13h00 - Atualizado às 15h04

A vida real nada deveu a Laurel & Hardy
A vida real nada deveu a Laurel & Hardy - Getty Images

A Guerra do Balde

Estima-se que duas mil pessoas tenham morrido nessa guerra de 1325 entre as Cidades-Estados italianas de Modena e Bolonha, que começou quando alguns soldados modenenses roubaram um balde de um poço em Bolonha. Modena venceu e imediatamente roubou outro balde.

A Guerra Anglo-Zanzibari

A guerra mais rápida da história durou menos de quarenta minutos. Um sultão zanzibari não aprovado pelos britânicos tomou o trono e se trancou no palácio, contra o qual os britânicos atiraram por trinta e oito minutos antes de ele fugir.

A Guerra do Futebol

Em 1969, um longo período de hostilidades entre El Salvador e Honduras se transformou em uma guerra de verdade — amplamente incentivada pela violência durante uma partida tensa entre os dois países por uma vaga na Copa do Mundo. (El Salvador ganhou o jogo; a guerra foi empate.)

A Guerra da Orelha de Jenkins

Uma guerra entre a Grã-Bretanha e a Espanha, que durou mais de uma década e custou dezenas de milhares de vidas, começou porque, em 1731, alguns corsários espanhóis cortaram a orelha de um capitão naval. No fim, as hostilidades se expandiram para a Guerra de Sucessão Austríaca, da qual praticamente todos os grandes países europeus participaram.

A Rebelião do Penico

Robert Curthose era o filho mais velho de Guilherme, o Conquistador, e sentiu necessidade de começar uma rebelião contra o pai quando Guilherme não foi ríspido o suficiente ao punir os dois filhos mais novos depois que eles viraram um penico cheio na cabeça de Robert.

A Guerra do Banco de Ouro

Uma guerra entre o Império Britânico e o povo axante da África Ocidental, que começou quando o governador britânico deu um chilique sobre o “banco normal” que lhe foi oferecido, exigindo se sentar no Banco de Ouro — um trono sagrado em que ninguém podia sentar. Os britânicos venceram a guerra, mas o sujeito nunca se sentou no banco.


* Esta matéria é um trecho de Humanos: Uma História de Como F*demos com Tudo. Veja aqui a resenha.