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Singapura não irá mais custear o tratamento de quem pegou covid após recusar vacina

Anteriormente, o governo estava custeando as internações de todos os pacientes contaminados pelo vírus

Ingredi Brunato, sob supervisão de Pamela Malva Publicado em 09/11/2021, às 15h00

Fotografia meramente ilustrativa
Fotografia meramente ilustrativa - Divulgação/ Pixabay/ sasint

O governo de Singapura não irá mais financiar as despesas médicas de pacientes com covid-19 que tiveram a oportunidade de se vacinar, porém recusaram o imunizante, conforme divulgado por autoridades de saúde do país e repercutido pela AFP nesta terça-feira, 9.

Até então, todos os cidadãos e residentes contaminados com o vírus tinham seu tratamento custeado pelos órgãos públicos. O fim do atendimento gratuito para a parcela da população que decidiu não ser vacinar será válido a partir de 8 de dezembro. 

Eles [os não vacinados] são uma maioria considerável daqueles que requerem cuidados intensivos de internação e contribuem de forma desproporcional para o desgaste de nossos recursos de saúde", afirma um comunicado do governo do país asiático. 

Um detalhe importante é que aqueles que ainda não puderam se vacinar, como pessoas com determinados problemas de saúde, crianças mais jovens ou quem ainda está aguardando pela data da segunda dose, não serão afetados por essa medida.

De acordo com o Our World in Data, 86% das pessoas de Singapura já estão completamente vacinadas, uma taxa alta em comparação com outros países, de forma que pode-se concluir que essa nova regra afetará poucos habitantes da nação.