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Situação de reféns em sinagoga do Texas foi ‘ato de terrorismo’, diz Biden

O atirador, que já foi identificado, invadiu o serviço religioso no último sábado, 15, e manteve quatro reféns por horas

Isabela Barreiros Publicado em 17/01/2022, às 09h55

Joe Biden, presidente dos EUA
Joe Biden, presidente dos EUA - Getty Images

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, classificou o sequestro de reféns que aconteceu em uma sinagoga em Colleyville, no Texas, no último sábado, 15, como um “ato de terrorismo”, enquanto falava a jornalistas em visita à Filadélfia.

Durante o serviço religioso, o atirador adentrou no local e fez quatro reféns durante 10 horas, até uma equipe de resgate do FBI invadir a sinagoga e libertá-los ilesos. Segundo a polícia local, o suspeito morreu.

O responsável pelo sequestro foi identificado como Malik Faisal Akram, britânico de 44 anos cuja motivação para o crime teria sido libertar a cientista paquistanesa Aafia Siddiqui, que está detida no país há dez anos, condenada a uma sentença de 86 anos.

A mulher cumpre pena sob acusação de homicídio e agressão a mão armada contra autoridades americanas no Afeganistão, entre outras sete acusações, como reportou a CNN Brasil.

“Este foi um ato de terror” relacionado a "alguém que foi detido há 15 anos e está preso há 10 anos", disse Biden aos repórteres no último domingo, 16.

O presidente também afirmou que irá se “se opor ao antissemitismo e ao aumento do extremismo no país".