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Sniper 'Wali' desmente rumores sobre sua morte: 'Fui a última pessoa a saber'

O atirador de elite que efetuou o disparo fatal mais longo da história é voluntário na guerra da Ucrânia contra a Rússia

Wallacy Ferrari Publicado em 23/03/2022, às 14h11

Imagem ilustrativa de sniper em conflito
Imagem ilustrativa de sniper em conflito - Pfc. Dacotah Lane / U.S. Department of Defense

Em meio a diversos boatos e até publicações apontando a morte do atirador elite canadense Wali, um jornalista norte-americano do Global News, que possui contato com o ex-militar, conseguiu trilhar a localização e contato de Wali, não apenas confirmando sua sobrevivência, como conseguindo algumas palavras inéditas do citado.

Wali se transferiu voluntariamente para a Ucrânia em meio ao conflito contra a Rússia, no qual se dispôs a usar suas habilidades apuradas para combater a invasão comandada pelo líder opositor Vladimir Putin. O atirador furtivo, por sua vez, acredita que o boato trata-se de fake news para enfraquecer a capacidade militar ucraniana.

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Fui a última pessoa a saber a notícia de que estava morto. Acho que é apenas ‘trollagem’. Mas acho estranho porque depois de um tempo o inimigo vai perder credibilidade com essa propaganda. Eu não entendo porque eles empurram essas mentiras. É bastante óbvio porque depois de alguns dias eu estou saindo e dizendo a todos que estou vivo”, afirmou.

Ele ainda elogiou os colegas ucranianos e comparou a guerra como "jogar xadrez sem saber quais são as peças do oponente" e revelou que, pela primeira vez na vida, teve um tanque apontado para o edifício que estava instalado.