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True crime: Veja a opinião de Carla Diaz e Leonardo Bittencourt sobre o gênero

Estrelas dos filmes do caso von Richthofen, os artistas deram uma entrevista sobre o assunto ao Omelete. Entenda!

Ingredi Brunato, sob supervisão de Pamela Malva Publicado em 27/09/2021, às 13h30

Suzane von Richthofen é interpretada por Carla Dias, e Daniel Cravinhos é interpretado por Leonardo Bittencourt
Suzane von Richthofen é interpretada por Carla Dias, e Daniel Cravinhos é interpretado por Leonardo Bittencourt - Divulgação

Em uma conversa com o Omelete que foi repercutida pela revista Rolling Stone, os atores Carla Diaz e Leonardo Bittencourt, que interpretaram, respectivamente, Suzane von Richthofen e Daniel Cravinhos nos filmes que abordaram o bárbaro crime, comentaram sobre o "true crime". 

Este é o gênero cinematográfico em que se encaixam as produções "A Menina Que Matou os Pais" e "O Menino Que Matou Meus Pais", lançadas na última sexta-feira, 24, na plataforma de streaming da Amazon, o Prime Video

O true crime ainda é muito recente no Brasil, né? Quase não vemos produções do gênero, mesmo que a gente esteja acostumado a consumir filmes de terror, de suspense e ação,” opinou a atriz. 

Carla apontou também que o true crime já foi adotado pelo cinema estrangeiro há algum tempo. "Vindas lá de fora, estamos acostumados a assistir várias produções que abordam casos reais e crimes que aconteceram, então eu acho que cada vez mais as pessoas têm interesse para saber mais do que se passa na mente humana. Então por que não produzir aqui no Brasil também?”, indagou a artista, ainda conforme o veículo.

Alguns exemplos de longas estrangeiros recentes que abordam casos criminais reais são os baseados nos crimes dos serial killers Ted Bundy e Jeffrey Dahmer, por exemplo, que se chamam, respectivamente, "A Irresistível Face do Mal" e "Meu amigo Dahmer". 

Leonardo, que contracenou com Diaz, interpretando o namorado de Suzane, divide da mesma opinião.

"Consumo o gênero desde adolescente, mas muita gente tem essa desconfiança, pensando que por ser um filme vai glamourizar, exaltar o ato. Pelo contrário: estamos ali para contar a história e colocar a discussão novamente em pauta para que isso nunca se deixe de lado, como se fosse algo menos importante", argumentou o ator.