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Trump declara que autorizou a desclassificação de documentos relativos à "farsa russa" e ao escândalo de e-mails de Hillary Clinton

A declaração foi realizada pelo presidente americano em sua conta no Twitter

Giovanna Gomes Publicado em 07/10/2020, às 09h50

Presidente realizou a declaração em sua conta no Twitter
Presidente realizou a declaração em sua conta no Twitter - Wikimedia Commons

Trump declarou hoje, quarta-feira, 7, que autorizou a desclassificação dos documentos relacionados à suposta interferência russa na política americana e ao escândalo dos e-mails de Hilary Clinton, casos que foram evidentes no cenário político recente.

A candidata pelo Partido Democrata utilizava um e-mail particular para tratar de assuntos do governo, quando era secretária de Estado desde março de 2015. Nessa época, ambos os políticos disputavam as eleições presidenciais e muitas foram as acusações de crimes de Estado entre os rivais.

Desde a campanha presidencial de 2016, Trump vem constantemente sendo acusado de conluio com a Rússia, o que sempre foi negado por ele.

Uma investigação foi realizada em 2017 com a finalidade de solucionar o caso. No entanto,  não foram encontradas evidências de que o atual presidente tenha tido ligação com o governo russo durante a corrida presidencial.

Com os recentes relatos de que as acusações contra Trump teriam sido um plano de Hillary Clinton para desviar a atenção dos eleitores e da mídia sobre o escândalo dos e-mails, o presidente decidiu realizar uma declaração pública sobre o tema.

Em sua página no Twitter, Trump declarou: ”autorizo completamente a total desclassificação de todo e qualquer documento relativo ao maior crime político da história norte-americana, a farsa russa. Da mesma forma, o escândalo dos e-mails de Hillary Clinton. Sem redações!”