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Tumba na Mongólia revela curiosos afrescos de mil anos

As pinturas se estendem por pelo menos seis metros quadrados do túmulo desenterrado

Isabela Barreiros Publicado em 04/05/2020, às 14h40

Um dos afrescos descobertos na Mongólia
Um dos afrescos descobertos na Mongólia - Museu de Cultura Pré-Histórica da Mongólia Interior

Um grupo de agricultores da Mongólia foi responsável por uma incrível descoberta. Um túmulo decorado com afrescos de pelo menos mil anos foi desenterrado durante uma escavação realizada na região com o intuito de construir uma estrada.

Arqueólogos do Museu de Cultura Pré-Histórica da Mongólia Interior, após limpeza do local, conseguiram observar que as pinturas cobriam ao menos seis metros quadrados das paredes da tumba.

Acredita-se que a sepultura tenha sido construída em por volta de 907 e 1125, durante períodos intermediário e tardio da Dinastia Liao, que governou o Império Chinês naquele período.

Os afrescos que geralmente são encontrados por pesquisadores chineses retratam o campo e a vida nômade dos povos. No entanto, desta vez, as pinturas mostram aspectos pouco ilustrados, como a produção musical do período e cenas de caça e cozimento de refeições.